Ó COSTA – Para Compensar o Aumento da Despesa Basta…

Publicado em Atualizado em

… aprovar estas medidas.

6 opiniões sobre “Ó COSTA – Para Compensar o Aumento da Despesa Basta…

    Anónimo disse:
    1 de Fevereiro de 2016 às 8:47

    Acabar com as reduções de horário(revogar o artº 79º), penalizar de alguma maneira quem está “doente” há vários anos, conheço vários casos, um deles não trabalha há mais de 10 anos e sempre a receber +2000€, ainda temos que pagar o substituto (+1518€) para fazer o serviço que o titular não faz, e muito mais, isto só na educação, fora o resto…

    José Bento disse:
    1 de Fevereiro de 2016 às 9:54

    Estas medidas não abonam muito à inteligência. Quanto é que elas valem? Então agora como por magia vamos dizer a quem descontou décadas cima desse valor, que o mesmo reverte para os calões do RSI? além de que violaria o principio da confiança, que até ja deu muito jeito aos sindicatos. Meu caro camarada sindical, se queremos dignificar a nossa causa, convém deixar o populismo e apresentar medidas bem estruturadas, não?

    Anónimo disse:
    2 de Fevereiro de 2016 às 12:08

    Em nome da crise “para alguns” se não se acabam com certos gastos exagerados agora, quando vão acabar? Podiam começar nas tais gorduras do estado e despesas da assembleia e deputados, para darem o exemplo. Há muitas mais que todos conhecem, mas já era tempo de acabar com muitas regalias. jose antonio.

    Anónimo disse:
    4 de Fevereiro de 2016 às 17:02

    Concordo em absoluto. As opiniãos demagógicas e populistas só caiem bem no universo da discussão de café, se queremos marcar alguma posição teremo de ter outra atitude.

    Blogue Assistente Tecnico disse:
    4 de Fevereiro de 2016 às 23:31

    Caríssimo José Bento,

    Entende para si, que o princípio que alega, garante a qualquer um de nós que o vencimento auferido, tem de corresponder ao valor de aposentação ? Ninguém desconta acima ou abaixo, desconta conforme os rendimentos. E devia receber do Estado, uma comparticipação mínima, que garanta a a sobrevivência sem qualquer dúvida.

    “O principio da protecção da confiança, basilar no Estado de Direito democrático, implica um mínimo de certeza nos direitos das pessoas e nas expectativas jurídicas que lhe são criadas, não admitindo as afectações arbitrárias ou desproporcionalmente gravosas com as quais, o cidadão comum, minimamente avisado, não pode razoavelmente contar.”

    Não me parece que exista alguma quebra, o facto de lhe dizerem – agora terminou a sua carreira contributiva e o valor que lhe atribuímos é de 1500 euros = 300 contos para estar em casa aposentado. Aludir aos descontos efetuados pouco importa.

    Recomendo a visualização desta reportagem – http://www.rtp.pt/noticias/mundo/reformas-na-suica-com-tecto-maximo-de-1700-euros_v390426

    José Bento disse:
    5 de Fevereiro de 2016 às 8:53

    Estimado AT.
    Enunciou e bem o que a doutrina entende pelo principio da confiança. E se o lermos conjuntamente com as decisões do TC, chegamos à conclusão que dificilmente tal pedida passaria, com efeitos retroativos aos descontos já efetuados. Isto não invalida que eu não apoie a medida com efeitos futuros, pois tenho a plena consciência que com a nossa conjuntura (pirâmide demográfica invertida, alto desemprego,alta taxa de não ativos em função de ativos, …) não teremos sustentabilidade do sistema de pensões por muito mais tempo.

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