[MAIL RECEPCIONADO] Pessoal não docente – renovação dos contratos a termo resolutivo certo celebrados no ano escolar

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Pessoal não docente – renovação dos contratos a termo resolutivo certo celebrados no ano escolar

———- Mensagem encaminhada ———-
De: DGAE.MEC@dgae.mec.pt <DGRHE.MECdgrhe.min-edu.pt@dgae.mec.pt>
Data: 1 de junho de 2016 às 14:54
Assunto: Pessoal não docente – renovação dos contratos a termo resolutivo certo celebrados no ano escolar 2015/2016
Para: 

Exmo.(a) Senhor(a)
Diretor(a), Presidente da CAP,
Relativamente ao assunto em título, por despacho n.º 1143/2016-SEAEP, de 18 de maio de 2016, de Sua Excelência a Secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, os contratos de trabalho em funções públicas a termo resolutivo certo para as funções correspondentes à categoria de assistente operacional, cuja gestão é da competência do Ministério da Educação, que foram autorizados por despacho de 28 de julho de 2015, do então Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar e objeto de aditamento substitutivo de acordo com o despacho de 5 de abril de 2016, de Sua Excelência a Secretária de Estado Adjunta e da Educação, poderão ser renovados, por mais um ano escolar, até 31 de agosto de 2017.
Assim, poderá V. Exa. proceder à respetiva renovação dos contratos, de acordo com a minuta em anexo ao presente e-mail.
Mais se solicita que esta Direção-Geral seja informada, até 8 de junho de 2016, dos contratos que não venham a ser objeto de renovação, bem como os que não foram alvo de aditamento substitutivo.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral da Administração Escolar,
Maria Luísa Gaspar Pranto Lopes Oliveira

Posted by ÓSCAR

Uma opinião sobre “[MAIL RECEPCIONADO] Pessoal não docente – renovação dos contratos a termo resolutivo certo celebrados no ano escolar

    Anónimo disse:
    4 de Junho de 2016 às 13:44

    No título consta uma pequena frase de duas palavras e ambas estão erradas. “Mail recepcionado”. Esta é a expressão típica dos alegados defensores da língua portuguesa que são contra o último acordo de 1990. Dizem-se defensores mas só a conspurcam, entre outros aspetos, pela utilização parola de inúmeros estrangeirismos, sem aspas ou itálico e, ainda por cima, mal escritos. Não respeitam o português nem sequer a língua estrangeira que pretenden usar. A querer muito usar o estrabgeirismo por incapacidade de encontrar equivalência na nossa língua, ao menos escrevesse “email” ou “e-mail” e não apenas “mail”, isto é, correio e não correio “e”letrónico como pretendia escrever mas entre aspas, pois é assim que se escrevem as palavras estrangeiras na nossa língua. Por outro lado, a utilização da expressão”recepcionado” não só está errada pela inutilidade do “p”, como a expressão correta seria simplesmente: “recebido”. É assim que escrevem, falam, pensam e deterioram a nossa língua os alegados defensores do imobilismo, mobilizando-a no sentido do errado e da ignorância.

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