assistente operacional

Se uma Turma não tiver Professor, os Pais fazem um alarido… Se uma Escola não tiver Auxiliares/Assistentes Operacionais, ninguém quer saber!

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Se uma Turma não tiver Professor, os Pais fazem um alarido… 
Se uma Escola não tiver Auxiliares/Assistentes Operacioanis, ninguém quer saber!
É esta a realidade…

Pode uma escola ficar com apenas 4 funcionários com mais de 1000 alunos lá dentro, como já vi, ninguém se preocupa com a segurança, limpeza, etc…
A falta de colocação de um professor implica por regra que 30 alunos, uma turma de hora em hora, fiquem a passear pela escola durante 50 minutos, quer isto dizer que durante uma tarde, temos sempre 30 alunos a passear, juntamente com aqueles que ficam durante a tarde à espera do autocarro, pais etc…
(não me venham com a treta de que têm sala de estudo, bibliotecas e afins… eles querem é brincar e namorar etc… e fazem muito bem!)

O Real Défice de Pessoal Auxiliar – Assistentes Operacionais nas Escolas

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A maioria dos Pais estão  contentes porque conseguiram vagas nas escolas que pretendiam.

Nem querem saber se a escola funciona com o pessoal auxiliar = assistente operacional suficiente, porque pensam que os Professores devem vigiar os espaços…

Estão a ser publicados diariamente concursos para contratos a tempo parcial e são várias vagas, algumas escolas chegam a ter 14 lugares disponíveis e quase que aposto que precisam de mais! Recordo que este tempo parcial, significa que trabalham 3,5 horas por dia… igual a meio dia! É uma artimanha para ter muitas pessoas… em vez de contratarem 7 pessoas a tempo inteiro…

um exemplo…

Aviso (extrato) n.º 10237/2016 – Diário da República n.º 158/2016, Série II de 2016-08-18
Educação – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – Agrupamento de Escolas de Esmoriz, Ovar Norte
Aviso de abertura de concurso para 14 assistentes operacionais a tempo parcial

BLOG VIDA DE AUXILIAR – "A PACIÊNCIA TAMBÉM ACABA"

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 BLOG VIDA DE AUXILIAR  – A PACIÊNCIA TAMBÉM ACABA

“…
Ao contrário do que lhes é transmitido, é raro o mês em que um horário de trabalho seja concluído em tempo normal, ou seja, a primeira versão do horário, a maior parte das vezes, chega às mãos dos assistentes operacionais lá para o dia 24, 25 ou até no último dia do mês precedente.
 Estamos a viver uma época em que se faz ( e não se devia fazer ), e não se faz ( mas deveriam fazer ) e se desfaz ( aquilo que não deviam desfazer ), nos nossos hospitais portugueses.
 …”

 Texto completo aqui  BLOG VIDA DE AUXILIAR  – A PACIÊNCIA TAMBÉM ACABA

A Valorização do Pessoal Não Docente – Assistentes Operacionais (Auxiliares)

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Felizmente, cada vez mais, o tema dos Assistentes Operacionais – (falta deles!!!), encontra-se em muitas conversas quando falamos de escola. 
Recordo a luta da alteração dos rácios…
O Blogue Com Regras, publica mais um texto interessante

O papel dos assistentes operacionais nas escolas.

Autoria da Colega Maria de Lurdes Ribeiro

 

  (não à palavra “empregados“!!! não me agrada nada quando os alunos e/ou os professores, tratam os funcionários por empregado, até parece que trabalha lá em casa.) 

Somos todos funcionários.



A ANDAEP (PARTE 1) – BCE para pessoal Não Docente ?

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Para quem não sabe – ANDAEP – Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas

Sugere – “criação de uma bolsa de funcionários ? “

Querem ver que a BCE que não resultou com os Professores, é a sugestão para o pessoal não docente ?

“Dizem que vão perder funcionários ?” Não são os mesmos antes desta alteração de horário ? Aliás, para alguns são mais.

Até agora não vi, tanta preocupação, com aqueles funcionários que no mesmo agrupamento, uns trabalham 40horas e outros desde sempre trabalham as 35horas.

Tinha outra percepção da ANDAEP.



Notícia em questão é esta http://economico.sapo.pt/noticias/directores-escolares-alertam-que-semana-de-35-horas-pode-deixar-escolas-com-falta-de-funcionarios_239074.html – “ Directores escolares alertam que semana de 35 horas pode deixar escolas com falta de funcionários”

Arranque do Ano Letivo 2015/2016 Sem Funcionários

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De 15 é o primeiro dia para que as Escolas iniciem o novo ano letivo, mas podem efectuar esse início até dia 21 de Setembro.

E apesar de já termos quase todos os professores colocados, não temos os funcionários dos concursos que abrimos para assistentes operacionais (+-2800 vagas), apesar desses já se encontrarem “teoricamente” seleccionados, ainda não se conseguiu elaborar a lista dos admitidos porque temos em muitos locais mais de 500 candidatos.

Bom Ano Letivo, porque o Ano Escolar já começou no dia 1.

Concurso a Decorrer para AO, Centenas de Candidaturas e os Candidatos Já Se Encontram Seleccionados

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Diria que o cenário é este na maioria das Escolas

Centenas e Centenas de candidaturas, montes de documentos em anexo. (Tudo para o “lixo”)

É pena que estas pessoas percam imenso tempo e dinheiro para algo, que na maioria dos casos, os lugares estão quase garantidos pelos trabalhadores que, já lá exerceram funções, nos últimos tempos pelo Centro de Emprego…

Chega-me relatos de que algumas escolas estão a exigir o registo criminal com a candidatura, este procedimento não é correto! Além do custo de 4,5 euros + deslocação para o obter, os meus colegas sabem muito bem que este documento apenas é solicitado aos seleccionados depois de admitidos. Por vezes parece-me que exigem estes documentos apenas para eliminar possíveis candidatos.

Sobre a “polémica” dos candidatos Licenciados e Mestrados, menos de meia dúzia, mas tenho muitas dúvidas que algum seja seleccionado… o perfil não se adequa à função. Se o Chefe dos auxiliares/coordenador/ Encarregado dos Assistentes Operacionais tiver uma palavra a dizer e não estiver este sobe alçada da direção, diria que não irá selecionar nenhum licenciado.

Sobre as reclamações ao concurso – suponho que não existirá “audiência de interessados” para que o concurso são fique preso mais umas semanas ?

 Colocam muito a questão – Como é que vão selecionar os candidatos ? Por avaliação curricular

Artigo 11.º
Avaliação curricular
1 – A avaliação curricular visa analisar a qualificação dos candidatos, designadamente a habilitação académica ou profissional, percurso profissional, relevância da experiência adquirida e da formação realizada, tipo de funções exercidas e avaliação de desempenho obtida.
2 – Na avaliação curricular são considerados e ponderados os elementos de maior relevância para o posto de trabalho a ocupar, entre os quais obrigatoriamente os seguintes:
a) A habilitação académica ou nível de qualificação certificado pelas entidades competentes;
b) A formação profissional, considerando-se as áreas de formação e aperfeiçoamento profissional relacionadas com as exigências e as competências necessárias ao exercício da função;
c) A experiência profissional com incidência sobre a execução de actividades inerentes ao posto de trabalho e o grau de complexidade das mesmas;
d) A avaliação do desempenho relativa ao último período, não superior a três anos, em que o candidato cumpriu ou executou atribuição, competência ou actividade idênticas às do posto de trabalho a ocupar.
3 – Para efeitos do disposto na alínea d) do número anterior deve o júri do procedimento concursal, na definição dos elementos a que se refere a alínea c) do n.º 2 do artigo 22.º, prever o valor positivo a ser considerado na respectiva fórmula para o caso dos candidatos que, por razões que não lhe sejam imputáveis, não possuam avaliação do desempenho relativa ao período a considerar. “
in Portaria n.º 83-A/2009, de 22 de Janeiro

As Escolas Com Autonomia e as TEIP têm autorização para abrir Muitos Mais Contratos

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Neste post http://assistente-tecnico.blogspot.pt/2015/08/concurso-para-assistentes-operacionais.html – coloquei um formulário em que pedi o número de contratos por agrupamento  – o que se pode deduzir é que a maioria dos Agrupamentos com Autonomia e os TEIP conseguiram autorização para muitos mais contratos do que os restantes Agrupamentos.

Conteúdos da Prova de Conhecimentos ?

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No caso deste concurso para Assistente Operacional, foi autorizado o uso exclusivo do critério da avaliação curricular. Não existe previsto qualquer prova, nem entrevista.

AVALIAÇÃO CURRICULAR

» Descrição
Este método obrigatório de seleção visa avaliar a qualificação dos candidatos, especialmente a habilitação académica ou profissional; o percurso profissional; a relevância da experiência adquirida e da formação realizada; o tipo de funções exercidas e a avaliação de desempenho obtida
Elementos a considerar
Os elementos que obrigatoriamente são considerados e ponderados no método avaliação curricular (AC) são:
» A habilitação académica ou nível de qualificação (HAQ), certificado por entidades competentes
» A formação profissional (FP), considerando-se as áreas de formação e aperfeiçoamento profissional relacionadas com as exigências e competências necessárias ao exercício da função
» A experiência profissional (EP), com incidência sobre a execução de atividades inerentes ao posto de trabalho a ocupar e o grau de complexidade da mesmas
» A avaliação de desempenho (AD) relativa ao último período, não superior a três anos, em que o candidato executou atribuição, competência ou atividades idênticas às dos postos de trabalho a ocupar
Nota
O júri do procedimento concursal deve prever, para efeitos do disposto na alínea c) do nº 2 do artigo 22º, o valor positivo a ser considerado na respetiva fórmula, para o caso dos candidatos que, por razões que lhe não sejam imputáveis, não possuam avaliação do desempenho
» Âmbito de aplicação
Quem aplica
O júri do procedimento concursal
A quem se aplica
Nos recrutamentos para a constituição de relação jurídica por tempo indeterminado, determinado ou determinável
Como se aplica
A fixação fundamentada dos parâmetros de avaliação, das correspondentes tabelas valorativas, da grelha classificativa e do sistema de classificação a utilizar, devem assentar em critérios de objetividade e imparcialidade e ser definidos em momento anterior à publicitação do aviso. Relativamente a cada um dos elementos a valorar, o júri suporta-se nos documentos do processo de candidatura
A lista, ordenada alfabeticamente, dos candidatos submetidos ao método é afixada nas instalações do organismo e disponibilizada na sua página eletrónica
» Sistema de classificação
Classificação
A classificação final deste método eliminatório é expressa na escala de 0 a 20 valores, com valoração até às centésimas, sendo a classificação obtida através da média aritmética, simples ou ponderada, das classificações dos elementos a avaliar
Estrutura da fórmula final do método, a especificar caso a caso, que alia códigos representativos dos elementos a avaliar e coeficientes de ponderação que especificam o seu peso relativo
AC= [(a) x (HAQ)] + [(b) x (FP)] + [(c) x (EP)] + [(d) x (AD)] / (a)+(b)+(c)+(d)
Em que:
(AC) = avaliação curricular; (HAQ) = Habilitação académica ou nível de qualificação; (FP) = formação profissional
(EP) = experiência profissional; (AD) = avaliação de desempenho
(a), (b), (c), e (d) = coeficientes de ponderação
Causas de exclusão
Obtenção de uma nota inferior a 9,5 valores
Valoração final
Índice ponderador: igual ou superior a 30%
» Legislação
» Artigos 39.º n.º 2 e 53.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de fevereiro
» Artigos 6.º, 11.º, 18.º e 33.º da Portaria n.º 83-A/2009, de 22 de janeiro

Concurso para Assistentes Operacionais (Auxiliares) a decorrer

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O INA já começou a emitir as declarações… ou a enviar os elementos de trabalhadores em mobilidade/requalificação para estes serem contactados para entrevista.

No site do BEP – https://www.bep.gov.pt/pages/oferta/Oferta_Pesquisa.aspx – Já podem os interessados estarem atentos porque já se encontram algumas disponíveis, mas dentro de 10 dias sensivelmente, no dia seguinte ao da publicação em diário da república http://www.dre.pt , começam a contar 10 dias a 15 dias (conforme cada agrupamento entendeu) para apresentação das candidaturas. 

Para perceber a distribuição geográfica de vagas deixo-vos este inquérito.

Erros Comuns na Publicação de Concursos

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A Saber


LEI 12-A/2008 – MORREU!!! AGORA é a LEI 35/2014

A Portaria 83-A/2009, tem nova redação pela 145-A/2011
– 2ª versão – a mais recente (Portaria n.º 145-A/2011, de 06/04)    – 1ª versão (Portaria n.º 83-A/2009, de 22/01)

A remuneração ilíquida = Salário Mínimo Nacional = 1ª Posição Remuneratória = 505 Euros

Se a publicação em diário da república acontece no dia 10 de agosto, o prazo de candidatura só começa no dia seguinte!!!

O cargo/função do Júri é obrigatória.

Alerto de que o candidato tem direito a consultar o processo no final do concurso e de ser informado/esclarecido em todas as fases do mesmo.

Será que solicitaram a declaração do INA ?🙂

E temos nós Chefias a auferir cerca de 1300 Euros/mensalmente… valha-me Santa Engrácia!


Atenção:

http://www.dgaep.gov.pt/upload/Emprego_publico/Prazo_ProcedimentoConcursal.pdf


OBS
Consultado o site do Agrupamento, eles têm correto a Lei 35🙂

“Concurso de Prestação de Serviços – Modalidade de Contrato de Trabalho a Termo Resolutivo Certo – Assistentes OperacionaisO Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro, Coimbra torna público que se encontra aberto processo de seleção para contrato de prestação de serviço, na modalidade de Contrato de Trabalho a Termo Resolutivo Certo nos termos da Lei nº 35/2014, de 20 de junho e Portaria nº 83-A/2009, de 22 de janeiro.”

Publicação do Concurso para Assistentes Operacionais 2822 Vagas

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Já se adiantou neste post algumas dicas… mas convém alertar alguns erros de algumas escolas.

Aos Serviços

Reparei que determinadas escolas já publicaram no BEP , sem que a emissão da declaração do INA esteja na sua posse (garantia de que não existem funcionários na requalificação interessados, alerto que alguns estão obrigados a concorrer) 

Só devem publicar no BEP no dia em que seja publicado o acto no diário da república, para que o período de candidatura seja idêntico.

Recomendo alterarem a data de término do concurso no BEP aos que já publicaram!!!
RESUMO

Primeiro pedem a declaração… e aguardam a emissão da mesma.
Depois enviam para se publicar no Diário…

No dia em que consta do DRE  diário da república, devem colocar na página da escola com os documentos todos necessários, enviam para o JORNAL e publicam no BEP!!!

O concurso pode ser anulado, se falharem algum destes procedimentos!

“O INA, através do Suporte BEP prestará apoio aos utilizadores e fornecerá os necessários esclarecimentos.

OBS

O Agrupamento de Moura colocou data de término do contrato a 31/08/2015
 

Alguns Conselhos Sobre Concurso Para 2822 Assistentes Operacionais – Procedimentos

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Enquadramento…

“são atribuídos a esse agrupamento/escola X contrato(s) a termo resolutivo certo.
Assim deverá ser executado procedimento prévio de recrutamento de trabalhadores em situação de requalificação, de acordo com o disposto nos art(s). 3.º e  24.º da Lei n.º 80/2013, de 28 de novembro e Portaria n.º 48/2014, de 26 de fevereiro.    
Caso seja emitida declaração de inexistência de trabalhadores em requalificação, deverá proceder à abertura de procedimento concursal, devendo respeitar os procedimentos legais contemplados na Portaria nº 83-A/2009 de 22 de janeiro, com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 145-A/2011, de 6 de abril, com vista à contratação, em regime de contrato de trabalho a termo resolutivo certo, de pessoal portador de escolaridade obrigatória ou experiência profissional comprovada.
Assim, tendo em conta o art. 33º e 34º, os nº 2, 3, 4 e 6 do art. 36º, os artigos 37º e 38º da Lei nº 35/2014 de 20 de junho, deverá ser dado cumprimento aos trâmites previstos na Portaria nº 83-A/2009 de 22 de janeiro para este efeito, salientando-se as seguintes especificidades:
a) Deverá ser exigida a escolaridade obrigatória, que pode ser substituída por experiência profissional comprovada, tendo em conta que se trata de um recrutamento para a carreira de assistente operacional, de grau 1;
b) Dada a urgência do procedimento, poderá ser utilizado um único método de seleção: avaliação curricular;
c) O contrato de trabalho a celebrar será a termo resolutivo certo, com período definido a partir da data de assinatura do contrato (nunca antes de 31de agosto de 2015) até ao dia 31 de agosto de 2016, ao abrigo da alínea e) do artigo 57º da LTFP.
Este procedimento será publicado em Jornal de expansão nacional bem como na página eletrónica do agrupamento/escola e nele deverá constar a seguinte nota: “ Este concurso é válido para eventuais contratações que ocorram durante o ano escolar 2015/2016”.
Para se conseguir que estes candidatos comecem a trabalhar a 1 de Setembro, temos de ser relativamente rápidos! Temos de contar com 8 dias para que o anúncio seja publicado no DR.
Para isso temos de começar mais ou menos com estes passos… 

Pedir ao INA a declaração de inexistência de trabalhadores em requalificação (ver post anterior)
Já devem estar todos registados no DRE.PT – aceder https://www.incm.pt/actos/editor?serie=2 
Ter em atenção ao conteúdo do anúncio ver http://www.cite.gov.pt/pt/acite/anuncios.html
Abrir o editor de atos disponível no dre.pt 

Abrir doc em Word e preencher da seguinte forma


1.º Emissor: Ministério da Educação e Ciência
2.º Emissor: Direção xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
3.º Emissor: Agrupamento de Escolas do xxxxxxxxxx

Texto:


Ministério da Educação e Ciência
Direcção xxxxxxxxxxxxxx
Agrupamento xxxxxxxxxxxxxxxx

Publicitação de oferta de Emprego m/f

Tipo de oferta
Um contrato de trabalho a termo resolutivo certo.
Nível Orgânico
Direcção xxxxxxxxxxxxx
Serviço
Agrupamento xxxxxxxxxxxx
Função
Assistente Operacional
Requisitos habilitacionais
Escolaridade obrigatória consoante a idade.
Método de selecção
Avaliação curricular complementada com entrevista se necessário.
Remuneração ilíquida mensal
505€, correspondente ao nível XXX e posição XXX da tabela remuneratória dos funcionários e agentes da Administração Pública.
Duração do contrato
Até 31 de Agosto de 2016.
Este concurso é válido para eventuais contratações que ocorram durante o ano escolar 2015/2016
Enquadramento legal
Lei n.º 35/2014, de 20 de Junho  LEI GERAL DO TRABALHO EM FUNÇÕES PÚBLICAS
Apresentação e formalização da candidatura
Mediante impresso próprio fornecido aos candidatos nos serviços das 10h00 às 15h00.
Apenas serão aceites candidaturas entregues presencialmente nos serviços.
Documentos a apresentar com a candidatura
Fotocópia do CC/B.I. ;
Cópia do certificado de habilitações literárias
Currículo e/ou quaisquer documentos que o candidato considere importantes.
Prazo
Dez dias úteis a contarem da publicitação do presente anúncio.
Contacto
xxxxxxxxxxxxxxx
data
O diretor
Maria

Data: xx de xxx de xxxx
Nome: MARIA
Cargo: DIRETOR

  

“Aceda aqui aos principais formulários relacionados com o Procedimento Concursal na Administração Pública:

Form. Cand. Procedimento Concursal Formulário de Candidatura a Procedimento Concursal (Cada Organismo deve inserir o seu logotipo)
Formulário de Exercício de Participação Formulário de Exercício do direito de Participação (audiência dos interessados)
Estes documentos dois documentos devem estar disponíveis aos candidatos no momento da abertura do concurso.

Para o Jornal podem enviar por email o pedido de divulgação, existem vários Jornais de divulgação nacional, além do JN e Público… (pensem nisto – mais económicos) 

Este concurso funcionará como uma bolsa durante este ano letivo, logo, não abrem mais concursos ao longo do ano. Quando autorizarem mais vagas (existe sempre essa possibilidade por vários motivos!) têm de recorrer aos candidatos ordenados da lista dos excluídos!

Podem colocar aqui mais dúvidas ou no Fórum neste tópico http://assistentetecnico.hostei.com/index.php?topic=88.0


ADENDA:

1. Aos possíveis candidatos – podem verificar a publicação do anúncio  no site do www.BEP.gov.pt – dessa forma não precisam de comprar o jornal todos os dias…Não precisam de estar registados.
Os candidatos admitidos em principio devem ser aqueles CEI que estiveram nos anos anteriores colocados… e que a direção apreciou o trabalho, quase na certa!
 2. Aos Serviços

Reparei que determinadas escolas já publicaram no BEP , sem que a emissão da declaração do INA esteja na sua posse e sem que esteja já publicado no diário da república…

Primeiro pedem a declaração… e aguardam a emissão da mesma.
Depois enviam para se publicar no Diário…
No dia que for publicado no DRE , enviam para o JORNAL e publicam no BEP!!!

Mais 2822 Assistentes Operacionais ( Auxiliares) para as Escolas

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 Aguardo pelo aviso de abertura…

Alerto todos os possíveis candidatos que o trabalho será remunerado por 505 euros/mês, e em muitos locais são “escravos/empregados domésticos” da direção e de alguns docentes.

É favor de explicarem devidamente quais as funções a que estes novos funcionários estão obrigados a cumprir, tal como a legislação que lhes se aplica… nomeadamente Estatuto Disciplinar, Lei 35, Código de Trabalho, etc etc…

Em ano de eleições prometem tudo.

Adeus aos CEI / Tarefeiros / POC’s

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Nesta altura a maioria leva um pontapé no traseiro… 

…porque por agora, já não são precisos

…em setembro estão cá de volta!!!

Entretanto fiquem quietos em casa, para não gastarem solas! Estão de dieta, já sabem!


Lista OFICIAL com os Agrupamentos em que existem Excedentários Assistentes Técnicos e Operacionais

Publicado em

Ainda temos colegas a dizer que não têm conhecimento da nada, aqui coloco a lista enviada para as Escolas com os Excedentários. (entretanto vou comparar se existe alterações dado terem enviado novo ficheiro com carências). Recordo que têm até segunda feira para demonstrar interesse por escrito!
Já tinha divulgado aqui as carências (faltas) 

Lista de Excedentários
 

DSR CONCELHO CÓDIGO NOME AO AT
Alentejo Alcácer do Sal 135343 Escolas de Torrão X X
Alentejo Alcácer do Sal 130345 Escolas Nº 1 de Alcácer do Sal X X
Alentejo Aljustrel 135367 Escolas de Aljustrel X X
Alentejo Almodôvar 130229 Escolas de Almodôvar X
Alentejo Alter do Chão 135185 Escolas de Alter do Chão X X
Alentejo Avis 135203 Escolas de Avis X
Alentejo Barrancos 135010 Escolas de Barrancos X
Alentejo Beja 135021 Escolas n.º 1 de Beja X
Alentejo Campo Maior 135215 Escolas de Campo Maior  X X
Alentejo Castelo de Vide 135227 Escolas de Castelo de Vide X X
Alentejo Castro Verde 135033 Escolas de Castro Verde X
Alentejo Cuba 135045 Escolas de Cuba X
Alentejo Elvas 135240 Escolas n.º 1 de Elvas X
Alentejo Elvas 135252 Escolas Nº 3 de Elvas X
Alentejo Estremoz 402643 Escola Secundária Rainha Santa Isabel X X
Alentejo Estremoz 135574 Escolas de Estremoz X
Alentejo Évora 135549 Escolas n.º 2 de Évora  X
Alentejo Évora 135550 Escolas n.º 3 de Évora  X X
Alentejo Évora 135562 Escolas n.º 4 de Évora  X X
Alentejo Fronteira 135264 Escolas de Fronteira X
Alentejo Grândola 130308 Escolas Nº 1 de Grândola  X
Alentejo Marvão 135641 Escolas de Marvão X X
Alentejo Mértola 135616 Escolas de Mértola X X
Alentejo Mora 135150 Escolas de Mora X
Alentejo Moura 402308 Escola Secundária de Moura X
Alentejo Odemira 135434 Escolas de Odemira X X
Alentejo Odemira 135082 Escolas de Sabóia X
Alentejo Odemira 135069 Escolas de São Teotónio X X
Alentejo Ponte de Sor 135653 Escolas Nº 1 de Ponte de Sôr  X
Alentejo Portalegre 135318 Escolas do Bonfim X X
Alentejo Reguengos de Monsaraz 135604 Escolas Nº 1 de Reguengos de Monsaraz  X
Alentejo Santiago do Cacém 135446 Escolas de Cercal do Alentejo X
Alentejo Santiago do Cacém 135501 Escolas de Santiago do Cacém X
Alentejo Santiago do Cacém 135355 Escolas Prof. Arménio Lança X X
Alentejo Santiago do Cacém 135513 Escolas Santo André X
Alentejo Serpa 135094 Escolas nº 1 de Serpa X X
Alentejo Serpa 135100 Escolas nº 2 de Serpa X X
Alentejo Sines 403192 Escola Secundária Poeta Al Berto X X
Alentejo Viana do Alentejo 135173 Escolas Nº 1 de Viana do Alentejo X X
Alentejo Vila Viçosa 135483 Escolas de Vila Viçosa X
Algarve Albufeira 145385 AE Albufeira  X
Algarve Albufeira 145014 AE Albufeira Poente  X
Algarve Aljezur 145051 AE Aljezur X
Algarve Castro Marim 145063 AE Castro Marim X
Algarve Faro 145099 AE João Deus X
Algarve Faro 145567 AE Pinheiro e Rosa X X
Algarve Faro 145397 AE Tomás Cabreira X
Algarve Lagoa 145403 AE Padre Ant. Martins de Oliveira  X
Algarve Lagoa 145130 AE Rio Arade X
Algarve Lagos 145427 AE Gil Eanes X
Algarve Lagos 145415 AE Júlio Dantas X
Algarve Loulé 145336 AE Laura Ayres X
Algarve Loulé 400324 ES Loulé X
Algarve Olhão 145543 AE Francisco Fernandes Lopes X
Algarve Portimão 145464 AE Manuel Teixeira Gomes X
Algarve Portimão 145476 AE Poeta António Aleixo X
Algarve S. Bras Alportel 145373 AE José Belchior Viegas X X
Algarve Silves 145555 AE Silves X
Algarve Tavira 145312 AE Dr. Jorge Augusto Correia X
Algarve V Real S. António 145518 AE D. José I X
Algarve V Real S. António 145348 AE Vila Real de Santo António X
Centro Aguiar da Beira 160854 AE Padre José Augusto da Fonseca X X
Centro Almeida 161500 AE Almeida X X
Centro Alvaiázere 161603 AE Alvaiázere X
Centro Anadia 160910 AE Anadia X
Centro Ansião 160829 AE Ansião X
Centro Arganil 161238 AE Arganil X
Centro Aveiro 160015 AE Dr. Mário Sacramento, Aveiro X
Centro Aveiro 160131 AE Eixo X X
Centro Aveiro 160945 AE Esgueira X
Centro Belmonte 161100 AE Pedro Álvares Cabral X X
Centro Cantanhede 160179 AE Gândara-Mar, Tocha X X
Centro Cantanhede 160180 AE Lima-de-Faria X X
Centro Cantanhede 161240 AE Marquês de Marialva X
Centro Carregal do Sal 161706 AE Carregal do Sal X X
Centro Castelo Branco 161135 AE Amato Lusitano, Castelo Branco X X
Centro Castelo Branco 160763 AE José Sanches e São Vicente da Beira X X
Centro Castelo Branco 162024 AE Nuno Álvares, Castelo Branco  X X
Centro Castro Daire 161718 AE Castro Daire X
Centro Celorico da Beira 160866 AE Celorico da Beira X
Centro Coimbra 161974 AE Coimbra Centro X
Centro Coimbra 161986 AE Coimbra Oeste X
Centro Coimbra 161251 AE Coimbra Sul X
Centro Coimbra 161305 AE Eugénio de Castro X
Centro Coimbra 161263 AE Rainha Santa Isabel X
Centro Coimbra 400026 ES Avelar Brotero X
Centro Coimbra 400294 ES José Falcão X X
Centro Coimbra 402590 ES Quinta das Flores X
Centro Condeixa-a-Nova 161342 AE Condeixa-a-Nova X
Centro Covilhã 160702 AE “A Lã e a Neve” X
Centro Covilhã 162036 AE Frei Heitor Pinto X X
Centro Covilhã 404020 EP Agrícola Quinta da Lageosa, Aldeia do Souto X
Centro Covilhã 401092 ES Campos de Melo, Covilhã X
Centro Covilhã 404676 ES Quinta das Palmeiras, Covilhã X X
Centro Estarreja 160155 AE Estarreja X
Centro Figueira da Foz 161366 AE Figueira Mar X
Centro Figueira da Foz 161354 AE Figueira Norte X
Centro Figueira da Foz 161378 AE Paião, Figueira da Foz X
Centro Figueira da Foz 401470 ES Dr. Joaquim de Carvalho, Figueira da Foz X X
Centro Figueira de Castelo Rodrigo 160714 AE Figueira de Castelo Rodrigo X X
Centro Figueiró dos Vinhos 160623 AE Figueiró dos Vinhos X X
Centro Fornos de Algodres 160842 AE Fornos de Algodres X
Centro Fundão 161196 AE Fundão X X
Centro Fundão 161123 AE Gardunha e Xisto X
Centro Gouveia 161597 AE Gouveia X X
Centro Guarda 161512 AE Afonso de Albuquerque, Guarda X X
Centro Guarda 162012 AE Sé, Guarda X X
Centro Idanha-a-Nova 160805 AE José Silvestre Ribeiro X
Centro Ílhavo 160994 AE Ílhavo X
Centro Leiria 160313 AE Caranguejeira – Santa Catarina da Serra X
Centro Leiria 161639 AE D. Dinis, Leiria X
Centro Leiria 161640 AE Domingos Sequeira, Leiria X
Centro Leiria 160349 AE Marrazes, Leiria X
Centro Leiria 160556 AE Rainha Santa Isabel, Leiria X
Centro Leiria 400725 ES Afonso Lopes Vieira, Leiria X
Centro Lousã 161391 AE da Lousã X
Centro Mangualde 161895 AE Mangualde X
Centro Manteigas 160258 AE Manteigas X
Centro Marinha Grande 161676 AE Marinha Grande Nascente X
Centro Marinha Grande 161688 AE Marinha Grande Poente X
Centro Marinha Grande 160362 AE Vieira de Leiria X
Centro Mealhada 161007 AE Mealhada  X X
Centro Mira 160209 AE Mira  X
Centro Miranda do Corvo 161410 AE Miranda do Corvo X
Centro Montemor-o-Velho 161433 AE Montemor-o-Velho X X
Centro Mortágua 161743 AE Mortágua  X X
Centro Murtosa 161020 AE Murtosa X
Centro Nelas 161755 AE Canas de Senhorim X X
Centro Nelas 161767 AE Nelas X
Centro Oliveira de Frades 161779 AE Oliveira de Frades X X
Centro Oliveira do Hospital 162000 AE Oliveira do Hospital X
Centro Ovar 161949 AE Esmoriz/Ovar Norte X
Centro Ovar 161056 AE Ovar X
Centro Ovar 161950 AE Ovar Sul X X
Centro Pampilhosa da Serra 160507 AE Escalada, Pampilhosa da Serra X
Centro Pedrógão Grande 160659 AE Pedrógão Grande X
Centro Penacova 161901 AE Penacova X X
Centro Penalva do Castelo 160416 AE Penalva do Castelo X
Centro Penamacor 161214 AE Ribeiro Sanches X X
Centro Penela 160234 AE Infante D. Pedro X
Centro Pinhel 161585 AE Pinhel X X
Centro Pombal 160374 AE Gualdim Pais X
Centro Pombal 161615 AE Pombal X
Centro Porto de Mós 160672 AE Porto de Mós X
Centro Proença-a-Nova 160799 AE Proença-a-Nova X
Centro Sabugal 161548 AE Sabugal X X
Centro Santa Comba Dão 161792 AE Santa Comba Dão X X
Centro São Pedro do Sul 160465 AE Santa Cruz da Trapa X
Centro São Pedro do Sul 161780 AE São Pedro do Sul X X
Centro Sátão 161913 AE Sátão X X
Centro Seia 161937 AE Dr. Guilherme Correia de Carvalho X X
Centro Seia 161925 AE Seia X X
Centro Sertã 161226 AE Sertã X
Centro Sever do Vouga 161068 AE Sever do Vouga X X
Centro Soure 161469 AE Soure X
Centro Tábua 161482 AE Tábua X
Centro Tondela 161822 AE Tondela Cândido de Figueiredo X X
Centro Tondela 161998 AE Tondela Tomaz Ribeiro X X
Centro Trancoso 161561 AE Trancoso X X
Centro Vagos 404299 EP Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos X
Centro Vila Nova de Paiva 161883 AE Vila Nova de Paiva X
Centro Vila Nova de Poiares 160520 AE Vila Nova de Poiares X X
Centro Viseu 160593 AE Mundão X X
Centro Viseu 160635 AE Viseu Norte X
Centro Viseu 161860 AE Viseu Sul X X
Centro Viseu 161871 AE Viso X
Centro Viseu 161858 AE Zona Urbana de Viseu X X
Centro Viseu 400002 ES Alves Martins X X
Centro Viseu 401626 ES Emídio Navarro X X
Centro Viseu 402977 ES Viriato, Abraveses X X
Centro Vouzela 160532 AE Vouzela X X
Centro Vouzela 160453 AE Vouzela e Campia X X
LVT Abrantes 170320 AE Nº 1 Abrantes  X X
LVT Abrantes 121502 AE Nº 2 Abrantes  X X
LVT Alcanena 172390 AE Alcanena  X
LVT Alcobaça 170082 AE Benedita X
LVT Alcobaça 172480 AE Cister – Alcobaça  X
LVT Alcobaça 171438 AE São Martinho do Porto X
LVT Alenquer 170598 AE Damião de Goes X
LVT Almada 170940 AE António Gedeão  X
LVT Almada 170215 AE Elias Garcia X
LVT Almada 170938 AE Emídio Navarro X
LVT Almeirim 171293 AE Almeirim  X
LVT Azambuja 170537 AE Azambuja  X
LVT Benavente 170458 AE Benavente  X
LVT Benavente 170331 AE Samora Correia X
LVT Bombarral 171347 AE Fernão do Pó X
LVT Cadaval 170549 AE Cadaval  X
LVT Caldas da Rainha 171967 AE D João II X
LVT Caldas da Rainha 170239 AE Rafael Bordalo Pinheiro X
LVT Caldas da Rainha 172170 AE Raúl Proença  X
LVT Cartaxo 171323 AE Marcelino Mesquita X
LVT Chamusca 170471 AE Chamusca X
LVT Constância 170124 AE Constância X
LVT Coruche 170367 AE Coruche X
LVT Entroncamento 170586 AE Cidade do Entroncamento  X X
LVT Ferreira do Zêzere 170525 AE Ferreira do Zêzere X
LVT Lisboa 171384 AE D. Dinis X
LVT Lisboa 171153 AE Restelo X
LVT Lisboa 404172 EA António Arroio X
LVT Loures 171128 AE 4 de Outubro X
LVT Loures 172091 AE Eduardo Gageiro X
LVT Loures 172042 AE General Humberto Delgado  X X
LVT Loures 172054 AE Nº 2 de Loures  X
LVT Loures 171141 AE Portela e Moscavide  X
LVT Loures 172080 AE São João Talha X
LVT Lourinhã 121393 AE Lourinhã X
LVT Mação 160660 AE Verde Horizonte X X
LVT Moita 171300 AE Fragata do Tejo X
LVT Moita 171220 AE Mouzinho da Silveira X
LVT Montijo 172418 AE Poeta Joaquim Serra X
LVT Nazaré 170306 AE Nazaré X
LVT Odivelas 171920 AE Caneças  X
LVT Odivelas 171074 AE Nº 1 Odivelas  X
LVT Odivelas 171906 AE Nº 4 de Odivelas  X
LVT Odivelas 171086 AE Pedro Alexandrino X X
LVT Peniche 170008 AE Atouguia da Baleia X
LVT Salvaterra de Magos 170355 AE Marinhais X X
LVT Salvaterra de Magos 170665 AE Salvaterra de Magos X
LVT Santarém 170653 AE Dr Ginestal Machado  X X
LVT Santarém 170562 AE Sá da Bandeira X
LVT Seixal 170872 AE Pedro Eanes Lobato X
LVT Sesimbra 172388 AE Boa Água X
LVT Sesimbra 171062 AE Navegador Rodrigues Soromenho X
LVT Sesimbra 170094 AE Quinta do Conde X
LVT Sesimbra 170914 AE Sampaio  X
LVT Sintra 171608 AE Agualva Mira – Sintra  X
LVT Sintra 172467 AE D. Maria II X
LVT Sintra 170318 AE Leal da Câmara X X
LVT Sintra 171530 AE Mem Martins  X
LVT Sintra 172224 AE Miguel Torga  X
LVT Sintra 172121 AE Queluz – Belas  X
LVT Sobral de Monte Agraço 172364 AE Joaquim Inácio da Cruz Sobral X
LVT Tomar 171207 AE Nuno de Santa Maria  X
LVT Tomar 172479 AE Templários X
LVT Torres Novas 170434 AE Gil Paes  X X
LVT Torres Vedras 170963 AE Henriques Nogueira X
LVT Torres Vedras 170987 AE Padre Vítor Melícias X
LVT Torres Vedras 170616 AE São Gonçalo X
LVT Vila Franca de Xira 172157 AE D António de Ataíde X
Norte Alfândega da Fé 150447 AE Alfândega da Fé X
Norte Alijó 152699 AE D. Sancho II – Alijó X X
Norte Amarante 151099 AE de Amarante X
Norte Amares 150459 AE Amares X
Norte Arouca 151634 AE Arouca X X
Norte Arouca 151622 AE Escariz X
Norte Baião 150216 AE de Vale de Ovil X
Norte Barcelos 150927 AE de Barcelos X
Norte Barcelos 150710 AE Gonçalo Nunes X
Norte Barcelos 150939 AE Vale do Tamel X
Norte Barcelos 403787 ES de Barcelinhos X
Norte Boticas 152717 AE Gomes Monteiro X
Norte Braga 150976 AE Alberto Sampaio X
Norte Braga 150149 AE Carlos Amarante X X
Norte Braga 150990 AE D. Maria II X
Norte Braga 150721 AE Maximinos X X
Norte Braga 150241 AE Sá de Miranda X X
Norte Bragança 152973 AE Abade de Baçal X
Norte Bragança 151816 AE Emídio Garcia X X
Norte Bragança 153059 AE Miguel Torga X
Norte Caminha 152596 AE Sidónio Pais X
Norte Carrazeda Ansiães 151828 AE Carrazeda de Ansiães X
Norte Castelo de Paiva 151312 AE Castelo de Paiva X
Norte Castelo de Paiva 151646 AE Couto Mineiro do Pejão X X
Norte Celorico de Basto 151737 AE Celorico de Basto X X
Norte Celorico de Basto 404070 EP Profissional de Fermil X X
Norte Chaves 152730 AE DR. ANTÓNIO GRANJO X X
Norte Chaves 152729 AE DR. JÚLIO MARTINS X X
Norte Chaves 150230 AE FERNÃO MAGALHÃES X X
Norte Cinfães 402564 ES Prof Doutor Flávio Pinto Resende X X
Norte Espinho 151336 AE Dr. Manuel Gomes de Almeida  X
Norte Espinho 151361 AE Dr. Manuel Laranjeira X
Norte Esposende 150850 AE António Correia de Oliveira X
Norte Fafe 152882 AE de Fafe X X
Norte Felgueiras 151506 AE da Lixa X
Norte Gondomar 151993 AE Gondomar n.º 1 X
Norte Gondomar 150009 AE Rio Tinto n.º 3 X
Norte Gondomar 151970 AE Valbom X
Norte Guimarães 151014 AE Francisco de Holanda X
Norte Lamego 151889 AE Latino Coelho X X
Norte Lamego 152948 AE Sé X X
Norte Lousada 151518 AE Lousada  X
Norte Macedo Cavaleiros 150526 AE de Macedo Cavaleiros X X
Norte Macedo Cavaleiros 150526 AE de Macedo Cavaleiros X
Norte Maia 152067 AE Castêlo da Maia X
Norte Maia 152079 AE Levante da Maia X
Norte Maia 152020 AE Maia X
Norte Marco de Canaveses 150824 AE de Alpendorada  X
Norte Marco de Canaveses 150836 AE de Marco de Canaveses X
Norte Marco de Canaveses 150745 AE de Marco de Canaveses n.º 1 X
Norte Marco de Canaveses 150733 AE de Sande X
Norte Mesão Frio 152742 AE Prof. António da Natividade X X
Norte Miranda Douro 150538 AE Miranda Douro X X
Norte Mirandela 152997 AE Mirandela X X
Norte Mogadouro 151191 AE Mogadouro X X
Norte Moimenta da Beira 151890 AE Moimenta da Beira X X
Norte Monção 153023 AE de Monção X
Norte Mondim de Basto 152754 AE de Mondim de Basto X
Norte Paredes 151452 AE Daniel Faria, Baltar  X
Norte Paredes 151555 AE de Vilela X
Norte Paredes 402424 ES de Paredes X
Norte Penafiel 152547 AE D. António F. Gomes  X
Norte Penafiel 152559 AE Joaquim de Araújo X
Norte Peso da Régua 152780 AE Dr. João Araújo Correia  X X
Norte Ponte de Lima 152638 AE de Ponte de Lima X
Norte Porto 153000 AE Alexandre Herculano X X
Norte Porto 152225 AE Aurélia de Sousa X X
Norte Porto 401134 AE Carolina Michaelis X
Norte Porto 152201 AE Garcia de Orta X
Norte Porto 152237 AE. António Nobre X X
Norte Porto 152158 AE. Cerco X
Norte Porto 152870 AE. Clara de Resende X
Norte Porto 152171 AE. Infante D. Henrique X
Norte Porto 152950 AE. Rodrigues Freitas X
Norte Porto 401766 ES Filipa de Vilhena X
Norte Póvoa de Lanhoso 150915 AE  Póvoa de Lanhoso X X
Norte Póvoa de Varzim 152250 AE Cego do Maio X
Norte Póvoa de Varzim 401675 ES Eça de Queirós X
Norte Resende 151907 AE Resende X
Norte Ribeira de Pena 152791 AE Ribeira de Pena X
Norte S. João da Pesqueira 151919 AE S. João da Pesqueira X X
Norte Santa Maria da Feira 150551 AE Arrifana X
Norte Santa Maria da Feira 151350 AE Coelho e Castro, Fiães X X
Norte Santa Maria da Feira 151178 AE Corga de Lobão X
Norte Santa Maria da Feira 151660 AE Santa Maria da Feira X
Norte Santo Tirso 151130 AE D. Afonso Henriques, Aves X
Norte Santo Tirso 152298 AE D. Dinis X
Norte Santo Tirso 152304 AE S. Martinho X
Norte Santo Tirso 151142 AE Tomaz Pelayo X
Norte Santo Tirso 404007 EP Agrícola Conde S. Bento X X
Norte São João da Madeira 151683 AE João Silva Correia X
Norte Sernancelhe 151920 AE Padre J. Rodrigues X X
Norte Tabuaço 151932 AE Abel Botelho  X X
Norte Torre Moncorvo 150575 AE Dr. Ramiro Salgado  X X
Norte Trofa 152316 AE Trofa X X
Norte Vale de Cambra 151701 AE Búzio X
Norte Valongo 152365 AE Alfena X
Norte Valongo 152377 AE Ermesinde X
Norte Valongo 152353 AE Valongo X
Norte Valpaços 152821 AE Valpaços X X
Norte Viana do Castelo 151580 AE Arga e Lima X X
Norte Viana do Castelo 150381 AE Monserrate X
Norte Viana do Castelo 152687 AE Monte da Ola X
Norte Viana do Castelo 151592 AE Pintor José de Brito X
Norte Viana do Castelo 151567 AE Santa Maria Maior X
Norte Vieira do Minho 150605 AE Vieira de Araújo X
Norte Vila do Conde 152390 AE D. Afonso Sanches  X
Norte Vila do Conde 401997 ES José Régio X X
Norte Vila Nova de Gaia 152500 AE  D. Pedro I X
Norte Vila Nova de Gaia 152420 AE Diogo de Macedo, Olival X
Norte Vila Nova de Gaia 152432 AE Escultor António Fernandes Sá X
Norte Vila Nova de Gaia 153011 AE Gaia Nascente X
Norte Vila Nova de Gaia 152493 AE Vila d’ Este X
Norte Vila Nova de Gaia 401936 ES Inês de Castro – Canidelo X
Norte Vila Pouca de Aguiar 150666 AE VILA POUCA AGUIAR  X
Norte Vila Real 152869 AE DE DIOGO CÃO X
Norte Vila Real 152857 AE MORGADO MATEUS X
Norte Vila Real 401079 ES CAMILO CASTELO BRANCO X
Norte Vila Real 402874 ES S. PEDRO X X
Norte Vila Verde 151774 AE Vila Verde X
Norte Vila Verde 403751 ES Vila Verde X
Norte Vimioso 150678 AE Vimioso X
Norte Vinhais 150680 AE D. Afonso III X X
Norte Vizela 151786 AE Caldas Vizela X

Lista OFICIAL de Agrupamentos Com Carência de Assistentes Operacionais – Pedidos de Mobilidade Até 11/05/2015

Publicado em

 Era interessante perceber se a problemática das agressões e problemas escolares, incidem nestes Agrupamentos🙂
 Os requerimentos devem ser entregues na direção e enviados até dia 11 de Maio (tanto para os Assistentes Operacionais como Assistentes Técnicos ver post aqui )

Parece-me que todos os Agrupamentos de Lisboa precisam de funcionários

Alentejo
Avis
Escolas de Avis
Beja
Escolas n.º 2 de Beja
Castro Verde
Escolas de Castro Verde
Elvas
Escolas n.º 2 de Elvas
Escolas Nº 3 de Elvas
Estremoz
Escolas de Estremoz
Évora
Escolas n.º 2 de Évora 
Grândola
EP de Desenvolvimento Rural de Grândola
Escolas Nº 1 de Grândola
Monforte
Escolas de Monforte
Moura
Escolas de Amareleja
Escolas de Moura
Odemira
Escolas de Colos
Escolas de Vila Nova de Milfontes, Odemira
Ponte de Sor
Escolas Nº 1 de Ponte de Sôr 
Portalegre
Escolas n.º 1 de Portalegre
Redondo
Escolas de Redondo
Santiago do Cacém
Escolas de Santiago do Cacém
Escolas Santo André, Santiago do Cacém
Vila Viçosa
Escolas de Vila Viçosa
Algarve
Albufeira
AE Albufeira
AE Albufeira Poente 
Aljezur
AE Aljezur
Faro
AE João Deus
AE Tomás Cabreira
Lagoa
AE Padre Ant. Martins de Oliveira
Lagos
AE Júlio Dantas
Loulé
AE Laura Ayres
ES Loulé
Olhão
AE Francisco Fernandes Lopes
Portimão
AE Manuel Teixeira Gomes
AE Poeta António Aleixo
Tavira
AE Dr. Jorge Augusto Correia
V Real S. António
AE D. José I
Centro
Albergaria-a-Velha
AE Albergaria-a-Velha
AE Branca, Albergaria-a-Velha
Ansião
AE Ansião
Arganil
AE Arganil
Aveiro
AE Aveiro
AE José Estêvão
AE Oliveirinha
EA Conservatório de Música de Calouste Gulbenkian
Cantanhede
AE Marquês de Marialva
Castro Daire
AE Castro Daire
Coimbra
AE Coimbra Centro
AE Coimbra Oeste
AE Martim de Freitas
AE Rainha Santa Isabel
EA Conservatório de Música de Coimbra
ES Avelar Brotero
ES Infanta D. Maria
ES Quinta das Flores
Condeixa-a-Nova
AE Condeixa-a-Nova
Covilhã
AE Pêro da Covilhã
AE Teixoso
ES Campos de Melo
Estarreja
AE Estarreja
AE Pardilhó
Figueira da Foz
AE Figueira Mar
AE Figueira Norte
AE Paião
AE Zona Urbana da Figueira da Foz
Ílhavo
AE Gafanha da Nazaré
Leiria
AE Colmeias
AE D. Dinis
AE Domingos Sequeira
AE Dr. Correia Mateus
AE Henrique Sommer
AE Marrazes
AE Rainha Santa Isabel
ES Afonso Lopes Vieira
ES Francisco Rodrigues Lobo
Lousã
AE da Lousã
Mangualde
AE Mangualde
Marinha Grande
AE Marinha Grande Nascente
AE Marinha Grande Poente
AE Vieira de Leiria
Mira
AE Mira 
Oleiros
AE Padre António de Andrade
Ovar
AE Ovar
Pombal
AE Gualdim Pais, Pombal
AE Pombal
Porto de Mós
AE Porto de Mós 
Sertã
AE Sertã
Tábua
AE Tábua
Vagos
AE Vagos
EP Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos
Viseu
AE Viso, Viseu
LVT
Abrantes
AE Nº 1 Abrantes 
AE Nº 2 Abrantes 
Alcanena
AE Alcanena
Alcobaça
AE Benedita
AE Cister – Alcobaça 
AE São Martinho do Porto
EP Agricultura e Desenvolvimento Rural de Cister
Alcochete
AE Alcochete 
Alenquer
AE Damião de Goes
Almada
AE Anselmo de Andrade
AE António Gedeão 
AE Caparica 
AE Carlos Gargaté
AE Daniel Sampaio
AE Elias Garcia
AE Emídio Navarro
AE Francisco Simões
AE Miradouro de Alfazina
AE Monte da Caparica
AE Professor Ruy Luís Gomes
AE Romeu Correia
AE Trafaria
ES Cacilhas – Tejo
Almeirim
AE Almeirim 
Azambuja
AE Azambuja 
Barreiro
AE Alfredo da Silva
AE Álvaro Velho
AE Augusto Cabrita 
AE Barreiro
AE Casquilhos
AE Santo André
AE Santo António
Benavente
AE Benavente 
AE Samora Correia
Cadaval
AE Cadaval 
Caldas da Rainha
AE D João II
AE Rafael Bordalo Pinheiro
Cartaxo
AE Marcelino Mesquita 
Constância
AE Constância
Lisboa
AE Alto do Lumiar
AE Alvalade 
AE Baixa-Chiado
AE Benfica 
AE D Filipa de Lencastre
AE Eça de Queirós
AE Fernando Pessoa
AE Francisco de Arruda
AE Gil Vicente
AE Laranjeiras 
AE Luís António Verney
AE Luís de Camões
AE Manuel da Maia
AE Marquesa de Alorna
AE Nuno Gonçalves
AE Olaias
AE Padre Bartolomeu de Gusmão
AE Patrício Prazeres
AE Pintor Almada Negreiros
AE Piscinas – Olivais
AE Professor Lindley Cintra 
AE Quinta de Marrocos
AE Rainha D Leonor
AE Restelo
AE Santa Maria dos Olivais 
AE Vergilio Ferreira
EA Dança do Conservatório Nacional
EA de Música do Conservatório Nacional 
EA Instituto Gregoriano de Lisboa
EP Ciências Geográficas
ES Fonseca Benevides
ES Maria Amália Vaz Carvalho
ES Marquês de Pombal
ES Pedro Nunes
ES Rainha D Amélia
Loures
AE 4 de Outubro 
AE Eduardo Gageiro
AE Nº 2 de Loures 
AE Portela e Moscavide
AE São João Talha
ES Camarate
Lourinhã
AE Lourinhã 
Mafra
ES José Saramago
Moita
AE D João I
AE Fragata do Tejo
AE José Afonso
AE Moita 
AE Mouzinho da Silveira
AE Vale da Amoreira
ES Baixa da Banheira
Montijo
AE Poeta Joaquim Serra
ES Jorge Peixinho
Nazaré
AE Nazaré
Odivelas
AE Nº 4 de Odivelas 
ES Ramada
Palmela
AE José Maria dos Santos
AE José Saramago 
AE Palmela 
ES Palmela
ES Pinhal Novo
Peniche
AE Atouguia da Baleia
AE D Luís de Ataíde
AE Peniche
ES Peniche
Rio Maior
ES Dr Augusto César Silva Ferreira
Salvaterra de Magos
AE Salvaterra de Magos
Seixal
AE Dr António Augusto Louro
AE João de Barros
AE Nun’ Álvares
AE Paulo da Gama
AE Pedro Eanes Lobato
AE Pinhal de Frades
AE Terras de Larus
AE Vale de Milhaços
ES Amora
ES Manuel Cargaleiro
Sesimbra
AE Boa Água
AE Michel Giacometti
AE Navegador Rodrigues Soromenho
AE Quinta do Conde
AE Sampaio
Setúbal
AE Azeitão
AE Barbosa du Bocage
AE Lima de Freitas
AE Luísa Todi
AE Sebastião da Gama
ES Bocage
ES D João II
ES D Manuel Martins
Sintra
AE Agualva Mira – Sintra
AE D. Maria II 
AE Mem Martins
AE Miguel Torga 
AE Monte da Lua 
AE Queluz – Belas
ES Ferreira Dias
Sobral de Monte Agraço
AE Joaquim Inácio da Cruz Sobral
Tomar
AE Nuno de Santa Maria 
AE Templários 
Torres Vedras
AE Henriques Nogueira
AE Madeira Torres 
AE Padre Vítor Melícias
AE São Gonçalo
Vila Franca de Xira
AE Alhandra, Sobralinho e São João dos Montes
AE Alves Redol 
AE Bom Sucesso
AE D António de Ataíde
AE Forte da Casa 
AE Pedro Jacques de Magalhães
AE Póvoa de Santa Iria 
AE Professor Reynaldo dos Santos
AE Vialonga
Norte
Amarante
AE Amadeo Souza Cardozo
Amares
AE Amares
Arouca
AE Escariz
Barcelos
AE Alcaides de Faria
AE de Barcelos
AE Vale do Tamel
AE Vila Cova
Braga
AE Alberto Sampaio
AE D. Maria II
Caminha
AE Sidónio Pais
Espinho
AE Dr. Manuel Gomes de Almeida 
AE Dr. Manuel Laranjeira
Esposende
AE António Correia de Oliveira
AE de Marinhas
ES Henrique Medina
Felgueiras
ES de Felgueiras
Gondomar
AE Gondomar n.º 1
AE Rio Tinto n.º 3
AE Valbom
Guimarães
AE Francisco de Holanda
AE Santos Simões 
ES Martins  Sarmento
ES. Caldas das Taipas
Lousada
AE Lousada 
Maia
AE Águas Santas
AE Castêlo da Maia
AE Gonçalo M. da Maia
AE Levante da Maia
AE Maia
AE Vieira Carvalho (Dr.)
AE. Pedrouços
Marco de Canaveses
AE de Alpendorada 
AE de Marco de Canaveses
AE de Marco de Canaveses n.º 1
AE de Sande
EP de Arqueologia Freixo
EPAgric. de M. de Canaveses
Mirandela
EP de Agricultura e Des. Rural de Carvalhais
Monção
AE de Monção
Paços de Ferreira
ES de Paços de Ferreira
Paredes
AE Daniel Faria, Baltar 
Penafiel
AE D. António F. Gomes 
AE de Penafiel Sudeste
AE de Pinheiro
AE Joaquim de Araújo
ES de Penafiel 
Penedono
AE Alvaro C. Magriço 
Ponte de Lima
AE de Ponte de Lima
Esc. Profissional de Ponte de Lima
Porto
AE Fontes Pereira de  Melo
AE Garcia de Orta
AE Pêro Vaz Caminha
AE. Eugénio de Andrade
AE. Leonardo Coimbra Fº (Dr.)
AE. Manoel de Oliveira
AE. Viso
EP Infante D. Henrique
ESA Cons. Música Porto
ESA de Soares dos Reis
Póvoa de Varzim
AE Campo Aberto, Beiriz
AE Cego do Maio
AE de Aver-o-Mar  
AE de Rates 
AE Dr. Flávio Gonçalves
Resende
AE Resende
Ribeira de Pena
AE Ribeira de Pena
Sabrosa
AE Miguel Torga
Santa Maria da Feira
AE António Alves Amorim
AE Canedo
AE Fernando Pessoa
AE Santa Maria da Feira
Santo Tirso
AE D. Afonso Henriques, Aves
AE D. Dinis
AE S. Martinho
AE Tomaz Pelayo
Escola Ponte
Valongo
AE Alfena
AE de Campo
AE Ermesinde
AE S Lourenço
AE Vallis Longus
AE Valongo
Viana do Castelo
AE Barroselas
AE Monserrate
AE Monte da Ola
AE Pintor José de Brito
AE Santa Maria Maior
Vila Nova de Gaia
AE  D. Pedro I
AE António Sérgio
AE Canelas
AE Carvalhos
AE Diogo de Macedo, Olival
AE Dr. Costa Matos
AE Escultor António Fernandes Sá
AE Gaia Nascente
AE Júlio Dinis
AE Madalena
AE Soares dos Reis
AE Sophia de Mello Breyner
AE Valadares
AE Vila d’ Este
ES Almeida Garrett
ES Joaquim G. Ferreira Alves
ES Oliveira Ferreira (Arqt)
Vila Real
AE MORGADO MATEUS

Estamos a 10 dias do Final do Processo da Avaliação de Desempenho – SIADAP 3

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fevereiro do ano seguinte àquele em que completa o ciclo avaliativo
» 5 – Realiza-se reunião entre o avaliador e o avaliado
Com vista a:
» dar conhecimento da proposta de avaliação
» contratualizar os parâmetros de avaliação para o ciclo avaliativo em curso
Esta reunião é marcada pelo avaliador ou, se tal não acontecer, o trabalhador pode requerer a sua marcação


Artigo 57.º
Avaliado 

1 – Em cumprimento dos princípios enunciados na presente lei, o avaliado tem direito: 

a) A que lhe sejam garantidos os meios e condições necessários ao seu desempenho em harmonia com os objectivos e resultados que tenha contratualizado; 

b) À avaliação do seu desempenho. 

2 – Constituem deveres do avaliado proceder à respectiva auto-avaliação como garantia de envolvimento activo e responsabilização no processo avaliativo e negociar com o avaliador na fixação dos objectivos e das competências que constituem parâmetros de avaliação e respectivos indicadores de medida. 

3 – Os dirigentes dos serviços são responsáveis pela aplicação e divulgação aos avaliados, em tempo útil, do sistema de avaliação, garantindo o cumprimento dos seus princípios e a diferenciação do mérito. 

4 – É garantida aos avaliados o conhecimento dos objectivos, fundamentos, conteúdo e funcionamento do sistema de avaliação. 

5 – É garantido ao avaliado o direito de reclamação, de recurso e de impugnação jurisdicional.
Ver mais aqui

Educare – "Pessoal não docente: uma portaria e uma greve"

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LEGISLAÇÃO

Tiago Saleiro

Pessoal não docente: uma portaria e uma greve

“Habitualmente, o debate público sobre educação incide sobre as questões relativas a professores ou a alunos e encarregados de educação, ignorando os problemas que afetam o designado pessoal não docente. É uma pena que seja assim, tendo em conta a importância destes trabalhadores para assegurar o funcionamento normal das escolas.
O sistema público de ensino vive tempos agitados. Uma sucessão de medidas de política pública (a prova de avaliação de conhecimentos e competências para o ingresso na carreira docente, ou a nova vaga de transferência de competências em matéria de educação, da administração central para os municípios), a ressurreição da dificuldade em colocar professores a tempo e horas nas escolas, e a publicação recorrente de posições e recomendações, a maioria das vezes contestando as opções seguidas pelo Ministério da Educação e Ciência, de diferentes intervenientes do sistema educativo, colocaram a escola pública numa espécie de estado de crise.

No meio deste torvelinho passou quase despercebida a greve do pessoal não docente do passado dia 20 de fevereiro, que encerrou centenas de estabelecimentos de ensino e foi precedida pela publicação da Portaria n.º 29/2015, que alterou os critérios e a fórmula de cálculo da dotação máxima de referência do número de funcionários por escola.

Habitualmente, o debate público sobre educação incide sobre as questões relativas a professores ou a alunos e encarregados de educação, ignorando os problemas que afetam o designado pessoal não docente. É uma pena que seja assim, tendo em conta a importância destes trabalhadores para assegurar o funcionamento normal das escolas.

Assistentes operacionais e assistentes técnicos

A carreira do pessoal não docente estrutura-se em duas carreiras principais: os assistentes operacionais (anteriormente designados auxiliares de ação educativa) e os assistentes técnicos (antigos assistentes de administração escolar), sendo desta última carreira que emanam os coordenadores técnicos (chefes de serviços administrativos).


O regime do DL n.º 144/2008 e as novidades da “municipalização”

Destes trabalhadores, aqueles que desempenham funções nas escolas públicas da educação pré-escolar e do ensino básico estão, desde a publicação do Decreto-Lei n.º 144/2008, sob gestão municipal. 

Este quadro legal, que desenvolveu o quadro de transferência de competências para os municípios em matéria de educação, transferiu para as autarquias locais “o pessoal não docente (…) em exercício de funções à data da entrada em vigor” daquele decreto-lei (artigo 4.º, n.º 1) e atribuiu às edilidades competências nas matérias respeitantes a: “recrutamento”, “afetação e colocação do pessoal”, “gestão de carreiras e remunerações”, “poder disciplinar” e a “homologação e (…) decisão de recursos” relativos à “avaliação do desempenho do pessoal não docente” (artigo 5.º, n.º 1 e n.º 3), sendo atribuídos às câmaras municipais a faculdade de delegar estas competências nos “órgãos de direção, administração e gestão dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas” (artigo 5.º, n.º 4).

O recentemente publicado Decreto-Lei n.º 30/2015, que estabelece o regime de delegação de competências nos municípios e entidades intermunicipais no domínio de funções sociais, entre elas a educação (a municipalização do ensino, que tanta tinta tem feito correr), mantém os princípios gerais do Decreto-Lei n.º 144/2008.

Enquadrando a questão no quadro mais vasto da gestão de recursos humanos, o Decreto-Lei n.º 30/2015 delega nos órgãos dos municípios o “recrutamento, gestão, alocação, formação e avaliação do desempenho do pessoal não docente” e o “recrutamento de pessoal para projetos específicos de base local” (artigo 8.º, alínea c), não distinguindo entre pessoal não docente e pessoal docente. 

No essencial, quanto ao pessoal não docente não existirão diferenças importantes entre o estatuto profissional daqueles que desempenham funções públicas em escolas localizadas em municípios que adiram ao novo modelo de “municipalização” do ensino, e o daqueles cujo regime se regulará pelo Decreto-Lei n.º 144/2008. 

No entanto, é necessário aguardar pela versão definitiva dos contratos interadministrativos de delegação de competências para formular uma conclusão definitiva. Simplificando um pouco, lendo algumas versões de contratos interadministrativos que são conhecidas, pode-se, para já, dizer que as escolas inseridas em territórios da educação municipalizada perderão alguma da autonomia que ainda detêm na gestão do pessoal não docente, a favor de uma intervenção mais intrusiva das câmaras municipais: o pessoal não docente dos quadros do Ministério da Educação e Ciência é transferido em mobilidade para os municípios, o que não acontecia até agora, e a possibilidade de delegação de competências em matéria de recrutamento e gestão do pessoal não docente das câmaras municipais para as escolas, é substituída pela “articulação” (seja lá isso o que for!) entre estas entidades administrativas.

Um instrumento de gestão financeira

O aspeto mais relevante da Portaria n.º 29/2015, que altera alguns detalhes da Portaria n.º 1049-A/2008, é um ligeiro aumento da dotação máxima de referência do pessoal não docente para agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas.

Esta Portaria é, basicamente, um instrumento de gestão financeira do Ministério da Educação e Ciência, porque define a “fórmula de cálculo” (pontos 1 e 2.3) para esta dotação a qual, nos termos do artigo 4.º do Decreto-Lei n.º 144/2008, é o valor de referência para definir o montante das verbas que a administração central está obrigada a transferir para a administração local.

Os motivos da greve: um sistema de transferência de competências que degenerou?

A crítica mais contundente à Portaria n.º 1049-A/2008 é a de que o número de funcionários/aluno/escola aí previsto é insuficiente para assegurar um apoio adequado às atividades escolares. É um facto que esse número é baixo e, além disso, não garante de forma adequada as substituições de trabalhadores temporariamente incapacitados (por exemplo, os casos de doença). 

Contudo, na minha opinião, o pior é que as dotações previstas nesta Portaria nem sempre são cumpridas e o princípio da vinculação e carreira – o direito de o trabalhador obter uma vinculação profissional duradoura, quando satisfaz uma necessidade permanente de um sistema que, é bom não esquecer, é público – é, reiteradamente, posto em causa.

A realidade varia de autarquia para autarquia e de escola para escola. Por essa razão é difícil tomar como bons alguns dos números avançados, nomeadamente os que quantificam as insuficiências globais de trabalhadores para estas funções. 

No entanto, os termos imprecisos que foram escolhidos para a redação dos termos da transferência de competências do Ministério da Educação e Ciência para as autarquias locais em matéria de educação – problema que se agrava no novo regime da “municipalização” – flexibilizaram de tal modo as possibilidades “legais” de contratação, que o recurso à contratação a termo, aos programas ocupacionais para desempregados e aos recibos “verdes” criou uma enorme bolsa de “precários”, pagos pelos índices mais baixos das tabelas remuneratórias da administração pública. 

Verdade seja dita que algumas medidas adotadas pela administração central contribuem, objetivamente, para esta situação. Não há reforma administrativa, plano de estabilidade e crescimento ou orçamento do Estado que, fatalmente, não tenha uma normazita que proíbe as autarquias de contratar mais pessoal “para os quadros”. 

E esta é uma das características esdrúxulas de um sistema que transferiu as competências mas, simultaneamente, bloqueou os instrumentos da sua execução, condenando milhares de trabalhadores públicos a um regime de subalternidade e desproteção. Provavelmente, nunca uma greve no sistema educativo foi tão justa.

TIAGO SALEIROLicenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa. Especializou-se em Direito da Educação e Direito dos Menores, áreas em que trabalha como jurista.”

Blogue – ComRegras – "Os Assistentes Operacionais e a (In)disciplina"

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Um espaço a acompanhar… http://www.comregras.com/

Gostava de divulgar histórias do vosso quotidiano,  assim lanço o desafio, enviem-me pequenos relatos dos vossos filmes diários🙂 Sobre indisciplina dos alunos, dos colegas, da direção…


Competência“Em defesa da escola pública e de qualidade”


Este é um dos motivos pelo qual os assistentes operacionais estão em greve no dia de hoje. As questões disciplinares estão diretamente ligadas à qualidade do ensino e os assistentes operacionais têm um papel fundamental nessa matéria.

Mas infelizmente são necessários progressos significativos nesta área, vejamos:

Desvalorização profissional – se os próprios professores são desvalorizados/desrespeitados por uma parte significativa da sociedade, então os assistentes operacionais ainda o são mais. Muitos são vistos como meros empregados domésticos que lidam com questões menores no que à escola diz respeito. ERRADO! Quando as aulas terminam são eles que dão a cara pela disciplina escolar, é preciso zelar pelo recinto escolar e tomar conta de centenas de alunos que para muitos as regras são meras formalidades. Pais, alunos e também professores, ao desvalorizarem o seu papel, diminuem a sua autoridade, levando a que muitos alunos ignorem as suas advertências.

Desmotivação profissional – como em muitas profissões, o reconhecimento do trabalho prestado, a sua tipologia, o vencimento auferido e as perspetivas de progressão na carreira, são determinantes para uma maior ou menor motivação profissional. Os assistentes operacionais recebem pouco mais de 500 € mensais, têm as carreiras congeladas há anos, têm vínculos precários, realizam um trabalho que para muitos “mortais” não é do mais agradável e além de tudo isso são desvalorizados socialmente. Somamos isso tudo e deparamo-nos muitas vezes com profissionais desmotivados e desinteressados, que não estão para se chatear quando ouvem umas asneiradas ou quando vêm um grupo de alunos a agredirem-se.
…”
Ver Mais aqui 

Os Assistentes Operacionais e a (In)disciplina

O Sindicato Agradeceu

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Deixo uma questão ao sindicato – Apesar de sermos livres de aderir à greve, não entendem que um delegado sindical, seja obrigado a cumprir esta greve ? Dada a importância da mesma ? Não será justo que seja destituído do cargo de delegado ? Por curiosidade o mesmo, exerce funções de Encarregado de Pessoal Auxiliar – AO… 

Aos colegas AO , apenas façam força para que o mesmo desista do cargo ;) 

Portaria altera – Fórmula de Cálculo Rácios – Pessoal Não Docente – COM ERROS

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Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência

Primeira alteração à Portaria n.º 1049-A/2008, de 16 de setembro, que define os critérios e a respetiva fórmula de cálculo para a determinação da dotação máxima de referência do pessoal não docente, por agrupamento de escolas ou escola não agrupada

Vejamos, terá sido lapso ou propositado ? Foram ignorados os alunos do pré-escolar e do 1.º ciclo, em que a gestão dos seus processos e tudo relacionado com a sua gestão passa pela escola sede – Agrupamento. 

Existem agrupamentos em que ficam mais de 3000 processos de alunos sem qualquer gestor de processo por um assistente técnico.

Apenas ficou salvaguarda a retificação no que se prende aos MegaAgrupamentos, em que eram apenas considerados os alunos da escola sede.

A questão do aumento de assistentes operacionais, duvido que aconteça devido às limitações orçamentais, continuaremos com dezenas de trabalhadores oriundos do centro de emprego por 4 horas por dia, promovendo a precarização do trabalho e aumentando a insegurança no espaço escolar.


Divulgação – Abaixo-Assinado

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PELA DIGNIDADE PROFISSIONAL DOS TRABALHADORES NÃO DOCENTES E CONTRA A DESTRUIÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

Está a decorrer mais um ano lectivo com uma agravada falta de pessoal não docente, fruto da continuada política de ilegalidade do Governo que, pela mão do Senhor Ministro Nuno Crato, insiste em não corrigir a portaria de rácios, em não promover a abertura de procedimentos concursais para a admissão de pessoal e, em fomentar a precariedade laboral com contratos de Emprego/Inserção e Inserção+ e com contratos de trabalho à hora, miseravelmente pagos.
Com esta política, o Governo, põe em causa, dia após dia, a Escola Pública, cuja qualidade se degrada, com graves prejuízos para as crianças e jovens que as frequentam, hipotecando o seu desenvolvimento intelectual, cultural e profissional.
De facto, o Governo, representado pelo Senhor Ministro da Educação:
• Continua a tapar o “Sol com a peneira” e a mistificar a realidade que é a carência de mais de seis mil trabalhadores, com o recurso ilegal e imoral à contratação a termo certo, por períodos curtos ou à hora, e à colocação em massa de trabalhadores desempregados (CEI e CEI+) pondo-os a exercer funções de carácter permanente, não resolvendo os problemas que todos os anos afetam dramaticamente o funcionamento e a qualidade da Escola Pública, ao mesmo tempo que mantém na maior precariedade os referidos trabalhadores.
• Continua a apostar na destruição da Escola Pública, através de sucessivos cortes orçamentais e na degradação da dignidade profissional dos trabalhadores não docentes, nomeadamente das áreas apoio educativo e administrativo.
• Acentua, cada vez mais, a sazonalidade do trabalho na Escola Pública, (contratos a termo por ano lectivo) em detrimento do trabalho permanente, sinónimo de frugal ligação à comunidade escolar, estabilidade e qualidade do serviço prestado.
• Insiste em não reconstruir uma carreira para o pessoal não docente, afirmando que a definição de conteúdos funcionais não se enquadra na sua “visão organizativa” da Escola Pública.
• Continua a não respeitar a vida pessoal e familiar dos trabalhadores não docentes, ao recusar a negociação de quaisquer normas de mobilidade dentro dos agrupamentos escolares, deixando as decisões ao livre arbítrio dos diretores das escolas.
• Continua a considerar que o tratamento desigual dos trabalhadores não docentes, provocado pela municipalização da gestão de pessoal é para manter e para acrescer ao existente, recusando-se a definir quais são, ao certo, as competências dos municípios nesta área, chegando ao ponto de permitir que os horários dos trabalhadores não docentes, na mesma escola ou agrupamento de escolas, tenham duração semanal e diária diferentes, quando todos exercem as mesmas funções e ganham o mesmo vencimento.
• Continua a não promover a abertura de procedimentos concursais para as categorias de Encarregado de Assistente Operacional e de Coordenador de Assistente Técnico, condição necessária para pôr fim às nomeações provisórias com critérios de escolha pouco transparentes.
Os trabalhadores não docentes e as populações, estão conscientes de que o actual governo, ou qualquer outro também comprometido com a destruição dos serviços públicos (nomeadamente através da “municipalização”, presentemente em discussão com as Autarquias) e a sua entrega a privados, não dará respostas positivas, que visem a manutenção de uma Escola Pública, ao serviço do povo Português e que ofereça trabalho com direitos aos seus trabalhadores, tal como plasmamos nas nossas propostas.
Por isso, irão continuar a exigir a negociação efectiva do seu Caderno Reivindicativo, onde se destacam, a recuperação das 35 horas semanais de trabalho, a revisão da portaria de rácios, a aprovação de critérios para a mobilidade entre escolas do mesmo agrupamento, as carreiras específicas e a abertura de procedimentos concursais para a admissão de pessoal não docente, com contratos sem termo, considerando as actuais situações de precariedade.
Razão pela qual subscrevem o presente Abaixo-Assinado, dirigido a Vs. Exas., manifestando simultaneamente a sua disposição para continuarem a luta, mandatando a FNSTFPS para a sua convocação, nomeadamente a greve, PELA DIGNIDADE PROFISSIONAL DOS TRABALHADORES NÃO DOCENTES E CONTRA A DESTRUIÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA.

Alteração dos rácios de auxiliares de ação educativa nas escolas

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Ultrapasadas as 4.000 assinaturas na petição – http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT71616

“Qualquer petição subscrita por um mínimo de 1.000 cidadãos é, obrigatoriamente, publicada no Diário da Assembleia e, se for subscrita por mais de 4000 cidadãos, é apreciada em Plenário da Assembleia.”

Seminário no Porto no Dia Nacional do Trabalhador Não Docente – Dia 22 de Novembro – Sábado

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Celebra-se no Porto o Dia Nacional do Trabalhador Não Docente

No próximo dia 22 de novembro tem lugar o seminário “TRABALHADORES NÃO DOCENTES COMO ATORES NA ESCOLA: IMAGENS, INTERAÇÕES E CARREIRAS” no Auditório da Junta de Freguesia de Paranhos, no Porto.

 Este seminário integra-se na comemoração do Dia Nacional do Trabalhador Não Docente, pretendendo ser um dia de reflexão nacional sobre o papel destes profissionais na construção de uma Escola para Todos.
 
Na busca de sentido para saber mais sobre o papel do trabalhador não docente no acompanhamento e integração dos alunos na comunidade educativa, e, considerando-se a investigação como elemento central, apresentam-se um conjunto de estudos desenvolvidos pelo Grupo de Investigadores do Instituto Superior de Educação e Trabalho (ISET) organizados em três eixos:
  1. “ Trabalhadores não docentes: olhares sobre a escola e a profissão”;
  2. “A carreira dos trabalhadores não docentes das escolas e o papel do Movimento Sindical”;
  3. “Formação, Convivência Escolar, e Stress Ocupacional: perspetiva dos trabalhadores não docentes”.
 Estes trabalhos inserem-se numa linha de investigação cujo tema é a “Escola e os seus atores”, procurando-se assim compreender o sentido das relações e das perceções que os diferentes atores (professores, alunos, pais, e não docentes) envolvidos têm da escola, e qual o seu contributo para a construção de uma Escola para Todos.
in http://www.fne.pt/content/item/show/id/6837

Chamam-lhes "Auxiliares" , mas nem Assistentes Operacionais são – Mas que são precisos, são !!!

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Estas pessoas que o Jornal Público refere, são colocados nas escolas sugeridos pela Segurança Social, para tentar colmatar as necessidades permanentes das Escolas. 

Era interessante, termos o número real de pessoas nestas condições. Só no Agrupamento onde exerço funções temos mais de 10, neste sistema, mas existe um outro sistema de colocação de pessoas “oculto”, isto é, não referenciado nos media, são suportados pelas
autarquias financeiramente, nesta situação temos mais 10 pessoas. 

Este ano são muito menos do que nos anos anteriores, que chegamos a ter 40 pessoas no total, nestas duas condições.

Dá para imaginar, a escola sem este número de funcionários ? 


Os Pais, os professores, não sabem na maioria das situações, em que condições exercem a função estas pessoas.

Mas agora um aspecto mais legal – E se eu vos disser que nenhum destes funcionários tomou conhecimento dos documentos essenciais para o exercício da actividade, tal como o – REGULAMENTO INTERNO DO ORGANISMO – nem tão pouco conhece os deveres e direitos do Estatuto Disciplinar aos funcionários públicos! Mas será que lhes é aplicado ? Não, porque não têm nenhum vínculo com o Ministério, estão apenas abrangidos por um protocolo que muitas vezes nem a Escola o conhece!

O facto de não poderem estar na mesma escola, mais de dois anos seguidos, faz que tenhamos de estar sempre a demonstrar como é que funcionam os serviços… as regras, os procedimentos…etc etc 

Os novos auxiliares saem dos centros de emprego para os recreios das escolas 

Já agora! Estes “funcionários”, não apresentam registo criminal… e têm muitas vezes, digo, quase sempre acesso a informação confidencial… e mais não posso dizer.

Mas repito! São precisos!

Ainda existem dúvidas sobre a RMMG

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Eu não tenho dúvidas neste assunto! 
 505 Euros APLICAR JÁ 

 O Decreto-Lei sobre o Salário Mínimo Nacional em 2007 dizia… 


https://dre.pt/application/dir/pdf1sdip/2007/01/00200/00150015.pdf

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL

A retribuição mínima mensal garantida (RMMG) apresenta ainda hoje em Portugal um valor
demasiado baixo, que importa actualizar de modo gradual, tendo em conta a realidade económica do País, a fim de permitir a recuperação da função reguladora de relações laborais que lhe está associada. Neste contexto, é desejável que a evolução da RMMG se faça por relação a um objectivo de médio prazo, tendo em vista assegurar previsibilidade e confiança a empresas e trabalhadores, e que a sua fixação anual seja ponderada de forma flexível — quer quanto a montante anual quer quanto a período de referência dos aumentos — tendo em conta índices concretos definidores da situação económica para o período em causa.

Em consequência, Governo e parceiros sociais acordaram nos termos da fixação da RMMG com vista a atingir o valor de Eur 450 em 2009, assumindo-se como objectivo de médio prazo o valor de Eur 500 em 2011.
O acordo tripartido obtido é da maior relevância para a credibilização e viabilização da evolução da RMMG, bem como para a afirmação do diálogo social como espaço de referência de construção de soluções para a sociedade portuguesa.
Estamos em Outubro de 2014  e foi aprovado 505 Euros! Três Anos de Atraso! 

Não aguardem instruções do GEF para alterar esta situação! A minha opinião é, Todos os funcionários que auferem menos do que o salário agora aprovado, tem de ser alterado! 
in http://www.dgae.min-edu.pt/web/14658/carreira-de-assistente-operacional

Cito este comentário do chat, colocado por um ilustre leitor do blog, que tem ajudado os colegas.

“Onileda Algarve: Ainda estão À espera do GGF, Lei nº35/2014 “Artigo 148.º Retribuição mínima mensal garantida A tabela remuneratória única não pode prever níveis remuneratórios de montante inferior ao da retribuição mínima mensal garantida.”

“2 Out 14, 13:18 Onileda Algarve: Os 505,00 euros vistos à lupa, Lei nº35/2014, Artigo 147.º Tabela remuneratória única, “4 – Não é necessário observar a proporcionalidade prevista no número anterior entre o primeiro nível remuneratório e o nível subsequente, sempre que aquele seja fixado por referência à retribuição mínima mensal garantida (RMMG).”

2 Out 14, 13:09 Onileda Algarve: PM: Será que, http://www.dgae.min-edu.pt/web/14658/carreira-de-assistente-operacional , em 1/10/2014 ainda tem dúvida em pagar 505,00.”

Falta de Assistentes Operacionais Encerra Escolas

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Existem vários agrupamentos a lançar concursos para 15 vagas… 


“Aviso de adiamento da receção aos alunos e do início das aulas.
Este aviso refere-se APENAS às escolas Escola EB 2,3 Professor Noronha Feio e Escola

Secundária Professor José Augusto Lucas.

Ministério da Educação Continua a Contratar Trabalhadores Precários – Concurso Assistentes Operacionais

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Coisas que me ultrapassam, mas não percebo sinceramente esta gestão… nem tenho que perceber, devem pensar alguns de vós! 

Tudo começa com este aviso… onde se demonstra que o MEC tem défice de Assistentes Operacionais, mas não contrata funcionários perante as suas necessidades reais! 

Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – Agrupamento de Escolas Clara de Resende, Porto

Procedimento concursal para recrutamento de quatro postos de trabalho a horas, para serviço de limpeza em regime de contrato de trabalho a termo resolutivo certo a tempo parcial, para a carreira e categoria de assistente operacional de grau 1

Interessante… o anúncio foi publicado no dia 29 de Agosto!!! 

3 — Âmbito do recrutamento: Por comunicação da DGEstE, em 28 de agosto de 2014, foi autorizada a abertura de procedimento concursal com vista a celebração de contrato de trabalho a termo resolutivo certo a tempo parcial, com período definido de quinze de setembro de 2014 a doze de junho de 2015, com a duração de quatro horas diárias

6 — Remuneração base prevista — A equivalente a 2, 80 € por hora, acresce o subsídio de refeição

Já agora, será que não existem interessados na Mobilidade para esta zona geográfica ? Devem ter analisado esta situação certamente! 

Procedimento Concursal Comum para 25 Assistentes Operacionais Município de Ponte de Lima – Com Vínculo e Sem Vínculo

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Município de Ponte de Lima
Abertura de procedimento concursal comum para contratação em regime de contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado – 25 assistentes operacionais
Prova-se de que não existem excedentários da Administração Pública nesta zona geográfica, na carreira de assistente operacional na administração pública, existe um enorme défice de trabalhadores, contudo, o Estado contínua a contratar BARATO mais 25.

“O posicionamento remuneratório do(a) candidato(a) a recrutar é o correspondente à 1.ª posição remuneratória, do nível 1, sendo o salário de referência de 485 € “

Conversa de Fim de Semana – Tema Excedentários – Como Escapar

Publicado em

muito resumidamente… o tema surge sempre 
– Então sabes alguma coisa sobre isto e aquilo … bla bla… ? 
– Olha eu pedi à DRE*N/L/ALG?!? mobilidade!  
– Ai sim , para onde ?
– Para Assistente Operacional! 
– Estás a brincar ? 
– Sério! 
– F****-Se 
– No mesmo Organismo ? 
– Sim! 
.. Agora é que vais trabalhar ? Tomar conta de meninos e limpar mesas ? 
– ahaha. 
– Quero ver isso consolidado! 
– Sabes, existem cerca de 9 assistentes operacionais em défice, eu “ofereci-me” e aceitaram. 
– Eu sempre tive conhecimento de situações inversas, isto é, operacionais nas secretarias a “dar apoio”, agora esta… 
– Temos uma colega que está numa uma escola primária, como operacional junto da turma do filho… 
– Estás-me a dar uma tanga do carai?$%&*
…bla bla…
Oportunamente – realizarei mais comentários sobre esta e outras situações semelhantes! Neste momento, entendo que não seja adequado! 
Se quiserem deixar um comentário a este post ou sobre casos semelhantes… é gratuito e livre!

Mais um Ataque aos Assistentes Operacionais Aos Nossos Bolsos Aos contratos públicos Manhosos para BREVE

Publicado em Atualizado em

 foi autorizado aos Agrupamentos contratação de uma empresa de limpeza para a Escola, para o ano civil 2014, tendo por base o valor anual de 80 000,00€ (com IVA incluído), não podendo o mesmo ser ultrapassado.

Desta forma, deverá  efetuar o procedimento de aquisição do serviço de limpeza na plataforma GATEWIT- ESPAP, através do link https://concursos.espap.pt/ , convidando todas as firmas do respetivo Acordo Quadro, de acordo com o modelo de convite em anexo.
DGEstE – Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares”


Quantos funcionários podiam as Escolas ter PERMANENTEMENTE com estes montantes ?!? 

Existem pelo menos duas formas de calcular…

1. Versão

50.000 Euros (Montante do Contrato sem iva) / 
485 Euros (Ordenado Mínimo = Vencimento de um Assistente Operacional / 
12 Meses =

+ 9 Funcionários permanentes na Escola

2. Versão

Se os funcionários actualmente (CEI) recebem 2,80 Euros/hora (máximo de 4 horas diárias permitidas)
17587 horas a 2,80€/hora =  Cada funcionário 80Horas/mês 
17587 / 12 meses = 1465 horas /mês
1465 horas / 80 horas (cada funcionário mês)

 + 18 funcionários por mês apenas 4 horas por dia

Mas como sabemos o funcionamento dos contratos públicos, já sabemos o resultado. Vão receber o carcanhol e nem aparecem… 
Volto a dizer, não podemos aumentar a rubrica das despesas de remunerações, mas contratos podemos à força toda!
Pena os alunos, os Pais, a comunidade não se queixar com este princípio.


                                                 AS TAREFAS A TRANSFERIR_________________________

Os serviços de limpeza objeto do presente procedimento, devem ser realizados do seguinte modo:
1.  Limpeza Regular
 Limpeza Diária
Gabinetes, Salas de Reuniões, Open Spaces, Zonas Privadas de Circulação, incluindo Elevadores, Escadarias e Varandas
· Aspiração das carpetes, alcatifas, tapetes, capachos, superfícies em tecido (sofás, cadeiras, etc), passagem de pano húmido (se adequado) quando necessário; 
· Limpeza de pó, dedadas dos móveis, secretárias, mesas das salas de aulas, armários (interior e exterior), prateleiras e dos utensílios e equipamentos de escritório e de comunicações (ex: bengaleiros, fotocopiadoras, equipamento informáticos, telefones, faxes);
· Limpeza das dedadas ou de outra sujidade removível das janelas, divisórias paredes e portas e respetivos puxadores e interruptores;
· Limpeza/Lavagem e desinfeção do pavimento;
· Despejo e limpeza de cinzeiros e recipientes do lixo;
· Colocação e acondicionamento adequado dos lixos recolhidos nos contentores, dentro do horário definido pelos serviços competentes, tendo em consideração a recolha seletiva dos resíduos e os procedimentos ambientais da Entidade Adjudicante em vigor;
· Limpeza e desinfeção dos recipientes de lixo
· Fornecimento e reposição dos sacos para os recipientes de lixo;
§ Limpeza das dedadas ou de outra sujidade removível das janelas, divisórias paredes e portas e respetivos puxadores e interruptores;
Copas e Bares
·Limpeza e lavagem das bancadas, armários e utensílios de cozinha;
·Limpeza de eletrodomésticos de cozinha (ex: micro-ondas e frigorifico);
·Limpeza do pó e dedadas e humidade dos armários e mesas, prateleiras e equipamentos e
·Limpeza das dedadas ou de outra sujidade removível das janelas, divisórias paredes e portas e respetivos puxadores e interruptores;
· Limpeza/Lavagem e desinfeção do pavimento;
· Despejo e limpeza de cinzeiros e recipientes do lixo;
· Colocação e acondicionamento adequado dos lixos recolhidos nos contentores, dentro do horário definido pelos serviços competentes, tendo em consideração a recolha seletiva dos resíduos e os procedimentos ambientais da Entidade Adjudicante, em vigor;
·Limpeza e desinfeção dos recipientes de lixo
·Fornecimento e reposição dos sacos para os recipientes de lixo;
Arquivo Documental e Biblioteca

·Aspiração das carpetes, alcatifas, tapetes, capachos, superfícies em tecido (sofás, cadeiras, etc), passagem de pano húmido (se adequado) quando necessário; 
·Limpeza de pó, dedadas e dos móveis, secretárias, mesas das salas de aulas, armários (interior e exterior), prateleiras e dos utensílios e equipamentos de arquivo e biblioteca;
·Limpeza das dedadas ou de outra sujidade removível das janelas, divisórias paredes e portas e respetivos puxadores e interruptores;
§ Limpeza/Lavagem e desinfeção do pavimento;
§ Despejo e limpeza de cinzeiros e recipientes do lixo;
§ Colocação e acondicionamento adequado dos lixos recolhidos nos contentores, dentro do horário definido pelos serviços competentes, tendo em consideração a recolha seletiva dos resíduos e os procedimentos ambientais da Entidade Adjudicante, em vigor;
§Limpeza e desinfeção dos recipientes de lixo;
§Fornecimento e reposição dos sacos para os recipientes de lixo;
§Limpeza de vidros de janelas, portas, varandas e armários.
Estacionamento Interior (Garagens e Arrecadações e Oficinas)
· Despejo do lixo nos caixotes, bem como a sua limpeza e desinfeção;
· Fornecimento e reposição dos sacos dos caixotes do lixo.
· Despejo e limpeza de cinzeiros e recipientes do lixo;
· Colocação e acondicionamento adequado dos lixos recolhidos nos contentores, dentro do horário definido pelos serviços competentes, tendo em consideração a recolha seletiva dos resíduos e os procedimentos ambientais da Entidade Adjudicante, em vigor;
· Limpeza e desinfeção dos recipientes e contentores de lixo
· Fornecimento e reposição dos sacos para os recipientes de lixo;
Instalações Sanitárias Privadas e Públicas e Balneários
· Limpeza e desinfeção das instalações sanitárias públicas e privadas (pavimentos, sanitários e utensílios, espelhos e paredes junto das áreas de utilização) com produtos apropriados;
· Limpeza de interruptores de luz e puxadores de portas;
· Abastecimento correto e regular das instalações sanitárias privadas e públicas com consumíveis sanitários
· Despejo dos cestos de papéis;
· Colocação e acondicionamento adequado dos lixos recolhidos nos contentores, dentro do horário definido pelos serviços competentes, tendo em consideração a recolha seletiva dos resíduos e os procedimentos ambientais da Entidade Adjudicante em vigor;
· Limpeza e desinfeção dos cestos de papéis;
· Fornecimento e reposição dos sacos para os cestos para papeis;
·Limpeza das dedadas ou de outra sujidade removível de vidros, divisórias paredes e portas.
Zonas de atendimento e Circulação Públicas, incluindo Elevadores, Escadarias e Varandas
· Limpeza e desinfeção de elevadores, escadarias e varandas;
· Limpeza do pavimento, lustragem e passagem de pano húmido em todas as entradas, nomeadamente em áreas de tráfego denso, sempre que necessário;
· Despejo de recipientes do lixo;
· Colocação e acondicionamento adequado dos lixos recolhidos nos contentores, dentro do horário definido pelos serviços competentes, tendo em consideração a recolha seletiva dos resíduos e os procedimentos ambientais da Entidade Adjudicante em vigor;
· Limpeza e desinfeção dos recipientes e contentores de lixo
· Fornecimento e reposição dos sacos para os recipientes de lixo;
· Limpeza das dedadas ou de outra sujidade removível de vidros, divisórias paredes e portas e respetivos puxadores e interruptores;
2.  Limpeza Programada Profunda
Gabinetes em utilização, Salas de Reuniões em utilização, Open Spaces, Zonas Privadas de Circulação, Zonas de Atendimento e Circulação Pública incluindo Elevadores, Escadarias e Varandas, Copas e Bares.
Limpeza Semanal
·Limpeza profunda das carpetes, capachos e das superfícies em tecido (sofás e cadeiras, etc);
·Limpeza profunda dos metais, calhas, rodapés, dedadas em locais elevados nomeadamente na parte superior das estantes, armários e outros móveis e dossiers;
·Limpeza das portas interiores e exteriores e das respetivas ombreiras;
·Limpeza, lavagem e desentupimento de ralos de varandas terraços e logradouros exteriores;
·Limpeza do mobiliário com aplicação dos produtos adequado e remoção de riscos, pastilhas elásticas, manchas e autocolantes;
·Desinfeção dos cinzeiros e recipientes do lixo;
·Desinfeção dos telefones.
Gabinetes em utilização, Salas de Reuniões em utilização  ocupadas, Open Spaces, Zonas Privadas de Circulação, Zonas de Atendimento e Circulação Pública incluindo Elevadores, Escadarias e Varandas, Copas e Bares e Data Center.
Limpeza Mensal
   
·Limpeza de objetos em madeira com produtos adequados á sua proteção de lustro;
· Arrastamento de todos os móveis e a sua limpeza completa;
· Limpeza a fundo de todos os pavimentos (incluindo escadas, patamares, passadiços elevadores) procedendo quando adequado ao seu enceramento e polimento
· Limpeza das portas interiores e exteriores e das respetivas ombreiras;
· Limpeza dos parapeitos, vidros e envidraçados interiores.
· Limpeza de vidros de janelas, portas, varandas exteriores.
Limpeza Anual
·Aspiração e limpeza profunda de tetos e paredes e divisórias com produtos adequados;
·Lavagem de carpetes e tapetes;
·Limpeza profunda das cadeiras e sofás forrados a tecido;
·Enceramento do mobiliário.
Arquivo Documental e Biblioteca
   Limpeza Semanal
      
·Aspiração e limpeza profunda das carpetes, capachos e das superfícies em tecido (sofás e cadeiras, etc);
·Limpeza profunda dos metais, calhas, rodapés, dedadas em locais elevados nomeadamente na parte superior das estantes, prateleiras armários e outros móveis;
·Limpeza das portas interiores e exteriores e das respetivas ombreiras;
·Limpeza do mobiliário com aplicação dos produtos adequado e remoção de riscos e manchas autocolante;
Limpeza Mensal
         
·Limpeza de objetos em madeira com produtos adequados à sua proteção de lustro;
·Arrastamento de todos os móveis sua limpeza completa;
·Limpeza a fundo de todos os pavimentos procedendo quando adequado ao seu encerramento e polimento;
·Limpeza dos parapeitos, vidros e envidraçados interiores;
·Limpeza profunda do pó do arquivo e biblioteca tais como os livros e dossiers.
Limpeza Anual
·Limpeza profunda de tetos e paredes e divisórias com produtos adequados;
·Lavagem de carpetes, tapetes;
·Limpeza profunda das cadeiras e sofás forrados a tecido;
·Enceramento do mobiliário.
Estacionamento Interior (Garagens, Arrecadações e Oficinas)
      Limpeza Mensal
·Limpeza do pó dos rodapés e calhas e dedadas em locais elevados nomeadamente nas partes superiores de estantes, armários e outros móveis;
·Limpeza profunda das portas interiores e exteriores e das respetivas ombreiras;
·Limpeza e desinfeção dos puxadores das portas e interruptores da luz;
·Limpeza do pó e dedadas dos móveis e mobiliário; 
·Limpeza e lavagem do pavimento com o produto adequado.
Limpeza Anual
·Limpeza profunda dos tetos e paredes e divisórias.
Instalações Sanitárias Privadas e Públicas e Balneários
Limpeza Semanal
      
·Limpeza profunda dos vidros dos sanitários;
·Lavagem profunda e desinfeção com produtos apropriados para as instalações sanitárias nomeadamente os sanitários, azulejos, pavimentos e paredes e divisórias;
·Limpeza profunda das portas interiores e exteriores e respetivas ombreiras;
·Limpeza dos parapeitos, varandas, logradouros e vidros interiores;
·Limpeza do mobiliário com aplicação dos produtos adequado e remoção de riscos e manchas autocolante;
·Desinfeção dos cinzeiros e recipientes do lixo;
·Desinfeção dos telefones;
·Limpeza profunda dos metais, calhas, rodapés, dedadas em locais elevados nomeadamente na parte superior das estantes, prateleiras armários e outros móveis.   
3.  Limpeza Não Programada
a) Limpeza pré-evento
Halls, open spaces, salas,
· Aspiração das carpetes, alcatifas, tapetes, capachos, superfícies em tecido (sofás, cadeiras, etc), passagem de pano húmido (se adequado) quando necessário;
· Limpeza a fundo de todos os pavimentos procedendo ao seu encerramento e polimento, quando adequado;
·   Limpeza e desinfeção de escadarias e varandas;
· Limpeza de vidros de janelas, portas, varandas exteriores.
· Limpeza de pó, dedadas dos móveis, secretárias, mesas das salas de aulas, armários (interior e exterior), prateleiras e dos utensílios;
· Despejo e limpeza de cinzeiros e recipientes e contentores do lixo;
· Despejo dos cestos de papéis;
· Colocação e acondicionamento adequado dos lixos recolhidos nos contentores, dentro do horário definido pelos serviços competentes, tendo em consideração a recolha seletiva dos resíduos e os procedimentos ambientais da Entidade Adjudicante em vigor;
· Limpeza e desinfeção dos recipientes de lixo
· Fornecimento e reposição dos sacos para os recipientes de lixo;
Instalações sanitárias
· Limpeza e desinfeção das instalações sanitárias públicas e privadas (pavimentos, sanitários e utensílios, espelhos e paredes junto das áreas de utilização) com produtos apropriados;
· Limpeza do pavimento, lustragem e passagem de pano húmido em todas as entradas, nomeadamente em áreas de tráfego denso;
· Limpeza das dedadas ou de outra sujidade removível de vidros, divisórias paredes e portas e respectivos puxadores e interruptores;
· Despejo dos cestos de papéis;
· Colocação e acondicionamento adequado dos lixos recolhidos nos contentores, dentro do horário definido pelos serviços competentes, tendo em consideração a recolha seletiva dos resíduos e os procedimentos ambientais da Entidade Adjudicante em vigor;
· Limpeza e desinfeção dos cestos dos papéis;
· Fornecimento e reposição dos sacos para os recipientes de lixo;
b) Limpeza de fim de Obras  
·O estabelecimento deve apresentar um estado de limpeza ou que se assemelhe ao seu estado original, não contendo lixos ou sujidades susceptíveis de remoção.
·Remoção e encaminhamento para tratamento adequado de todos os materiais pós-obra.
c) Limpeza de Estacionamento Exterior e Arruamentos
· Limpeza e remoção dos resíduos, de dejetos de pombo, folhas de árvores depositadas no chão, de lamas que, nas sarjetas como nas grelhas que provocam o seu entupimento.
· Os passeios, lancis e áreas asfaltadas não deverão apresentar manchas, lamas, pastilhas elásticas (junto aos edifícios) derrame de óleo ou detritos.      
4.  Limpeza permanente – Piquete
A ações de limpeza a executar pelo trabalhador de piquete são as ações definidas pela entidade adjudicante, referentes à limpeza, nomeadamente:
· Reforço da limpeza e desinfeção das instalações sanitárias privadas
· Abastecimento correto e regular das instalações sanitárias privadas e públicas com consumíveis sanitários
· Despejo dos cestos de papéis;
· Fornecimento e reposição dos sacos para os cestos para papeis;
· Limpeza das dedadas ou de outra sujidade removível de divisórias paredes e portas e respetivos puxadores e interruptores;
· Limpeza de pavimentos;
ANEXO D
DETERMINAÇÃO DO GRAU DE GRAVIDADE POR INCUMPRIMENTO
Na auditoria a realizar a atribuição da gravidade da infração é determinada do seguinte modo:
a)  São consideradas infrações muito graves as mencionadas na seguinte relação, sendo as restantes tarefas que não constam na relação e fazem parte do Anexo C, devem ser consideradas como graves;
Limpeza Regular
1. Gabinetes, Salas de Reuniões, Open Spaces, Zonas Privadas e Públicas de Circulação, incluindo Elevadores, Escadarias e Varandas, Copas e Bares, Data Center, Arquivo Documental e Biblioteca, Garagens e Arrecadações e Oficinas.
Limpeza Diária
· Limpeza/Lavagem e desinfeção do pavimento;
· Despejo e limpeza de cinzeiros e recipientes do lixo (quando não assegurados por serviços de piquete);
· Colocação e acondicionamento adequado dos lixos recolhidos nos contentores, dentro do horário definido pelos serviços competentes, tendo em consideração a recolha seletiva dos resíduos e os procedimentos ambientais da Entidade Adjudicante em vigor;
· Limpeza e desinfeção de caixotes e contentores do lixo;
·Fornecimento e reposição dos sacos de lixo.
Limpeza Semanal
·Aspiração e limpeza profunda das carpetes, capachos e das superfícies em tecido (sofás e cadeiras, etc);
·Limpeza profunda dos metais, calhas, rodapés, dedadas em locais elevados nomeadamente na parte superior das estantes, bancadas armários e outros móveis e dossiers;
·Limpeza das portas interiores e exteriores e das respetivas ombreiras;
·Limpeza, lavagem e desentupimento de ralos de varandas terraços e logradouros exteriores.
·Limpeza de vidros de janelas, portas, varandas e armários.
Limpeza Anual
·Limpeza profunda de tetos e paredes e divisórias com produtos adequados;
·Lavagem de carpetes, tapetes;
·Limpeza profunda das cadeiras e sofás forrados a tecido.
1.  Instalações Sanitárias Privadas e Públicas
·Limpeza e desinfeção das instalações sanitárias públicas e privadas (pavimentos, sanitários e utensílios, espelhos e paredes junto das áreas de utilização) com produtos apropriados;
·Abastecimento correto e regular das instalações sanitárias privadas e públicas com consumíveis sanitários;
·Esvaziamento de cestos de papéis e remoção para recipientes/ contentores instalados em local determinado.
Limpeza Programada Profunda
1. Gabinetes, Salas de Reuniões, Open Spaces, Zonas Privadas e Públicas de Circulação, incluindo Elevadores, Escadarias e Varandas, Copas e Bares, Arquivo Documental e Biblioteca, Garagens e Arrecadações e Oficinas,.
Limpeza Semanal
·Aspiração e limpeza profunda das carpetes, capachos e das superfícies em tecido (sofás e cadeiras, etc);
·Limpeza profunda dos metais, calhas, rodapés, dedadas em locais elevados nomeadamente na parte superior das estantes, armários e outros móveis e dossiers;
·Limpeza das portas interiores e exteriores e das respetivas ombreiras;
·Limpeza, lavagem e desentupimento de ralos de varandas terraços e logradouros exteriores;
·Desinfeção dos telefones.
Limpeza Mensal
    
·Arrastamento de todos os móveis e sua limpeza completa;
·Limpeza a fundo de todos os pavimentos (incluindo escadas, patamares, passadiços elevadores) procedendo quando adequado ao seu enceramento e polimento;
· Limpeza dos parapeitos, vidros e envidraçados interiores e de janelas;
Limpeza Anual
·Limpeza profunda de tetos e paredes e divisórias com produtos adequados;
·Lavagem de carpetes, tapetes;
·Limpeza profunda das cadeiras e sofás forrados a tecido;
2.Instalações Sanitárias Privadas e Públicas
Limpeza Semanal
      
·Limpeza profunda dos vidros dos sanitários;
·Lavagem profunda e desinfeção com produtos apropriados para as instalações sanitárias nomeadamente os sanitários, azulejos, pavimentos e paredes e divisórias;
·Limpeza profunda das portas interiores e exteriores e respetivas ombreiras;
·Limpeza dos parapeitos, varandas, logradouros e vidros interiores;
·Limpeza profunda dos metais, calhas, rodapés, dedadas em locais elevados nomeadamente na parte superior das estantes, prateleiras armários e outros móveis.   
Limpeza permanente – Piquete
·Reforço da limpeza e desinfeção das instalações sanitárias privadas
·Abastecimento correto e regular das instalações sanitárias privadas e públicas com consumíveis sanitários

Um Alerta – Aos Docentes e Não Docentes – Início das INTERRUPÇÕES LECTIVAS no Calendário Escolar

Publicado em

…não estamos de ” BOAS FÉRIAS “, os serviços continuam abertos, eventualmente com horário diferente. 
Os funcionários não docentes (Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais) encontram-se ao serviço, eventualmente alguns estão de férias, estas já planeadas no mapa de férias, normalmente aprovado em Abril do próprio ano.
Os docentes agora que terminaram as reuniões de avaliação, encontram-se em interrupções lectivas, certamente a organizar o que lhes falta. Estes devido à sua componente não lectiva, não têm obrigatoriedade, por norma, de se encontrarem presencialmente no local de trabalho habitual, mas não se encontram de férias oficialmente.

Boas Férias🙂

Divulgar – Petição – "Alteração dos rácios de auxiliares de ação educativa nas escolas"

Publicado em

                                            http://peticaopublica.com/widgets/pwidget.aspx?pi=PT71616&t=1

Para: Exma Sra Presidente da Assembleia da Republica

Alteração dos rácios de auxiliares de ação educativa nas escolas

Somos Pais e Encarregados de Educação preocupados com a falta de qualidade e segurança na escola pública. 
Propomos e defendemos a revisão da legislação vigente, nomeadamente da Portaria n.º 1049-A/2008, de 16 de setembro, que define as fórmulas de cálculo dos rácios do pessoal não docente a trabalhar nas escolas e agrupamentos. 
A portaria deve ser alterada tendo em conta o aumento do número de alunos por turma, resultante do Despacho n.º 5048-B/2013, de 12 de abril, que regulamenta as matrículas e constituição de turmas. A proposta de alteração também decorre da reorganização da rede escolar e da agregação de agrupamentos, constantes da Resolução do Conselho de Ministros nº 44/2010, de 14 de junho. 
Consideramos que a portaria deve criar condições que viabilizem uma escola de qualidade, permitindo a racionalização de recursos e a sua adequada distribuição, tendo em consideração as alterações que têm vindo a ser introduzidas nas políticas educativas desde 2008. As práticas adotadas visam obter exclusivamente a redução da despesa pública com a educação e geram falta de qualidade nas aprendizagens e falta de segurança nas nossas escolas, onde aumentam diariamente os níveis de violência e indisciplina. 
Aumentaram-se as turmas para 30 alunos numa sala; reduziu-se o número de professores na escola, aumentando as taxas de desemprego; aumentou-se o tamanho dos agrupamentos; diminui-se o número de auxiliares e assim se colocaram em risco os alunos e os projetos educativos das escolas deste país. 
Municipalizaram-se os espaços escolares, as atividades de enriquecimento curricular e a gestão do pessoal auxiliar da ação educativa; construíram-se escolas para a educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico sem espaços desportivos cobertos; estabeleceram-se rácios de funcionários de 1 para 40 crianças na educação pré-escolar e de 1 para 48 alunos nos outros níveis de ensino, rácios que apesar de insuficientes, não estão a ser respeitados. 
Por todos estes motivos nos juntamos para criar esta petição pública: QUEREMOS UM ENSINO PÚBLICO EQUITATIVO COM QUALIDADE E SEGURANÇA para as crianças e para os jovens portugueses. 

                                                             ASSINAR Petição

Recrutamento – Mobilidade Interna – Assistente Operacional – Motorista – Porto

Publicado em

Assistente Operacional – Motorista

Está interessado em se aproximar da Residência ? Mudar de local de Trabalho ? Permutas Disponíveis

Publicado em Atualizado em

Está interessado em se aproximar da Residência ? Mudar de local de Trabalho ? Permutas Disponíveis
Recordo que existem mais colegas que enviaram o pedido, mas alguns não colocaram o email de contacto.

Podem usar a caixa de comentários adicionar pedidos ou preencher o formulário das Permutas – https://docs.google.com/forms/d/1noipzdQLom8IeH_vIH2oWInnLmYvFNYtnk1ggR9B8Qg/viewform

Onde é que param os Excedentários ? Não Existem! Mais um exemplo

Publicado em

Todos os dias, são dezenas de anúncios publicados com necessidades permanentes, contudo, anunciadas como temporárias até 17 de Dezembro, final do 1.º período lectivo. 
Será preciso mais exemplos ? Mais protestos ? 
Alerto de que existem IMENSAS escolas, em que realmente se encontram em funcionamento, contudo, não deixa de ser caricato, dado que em diversos momentos do dia, os alunos estão sem qualquer supervisão. 
Existem imensas salas de aulas que não podem ser limpas, existe serviço que fica por realizar, porque o número de funcionários é insuficiente para todas as tarefas que hoje em dia se pede a um Assistente Operacional dentro do seu horário de trabalho. Recordo que um Assistente Operacional aufere 485 Euros Mensais. Estes funcionários que estão a ser contratados temporariamente e a tempo parcial, vão auferir 2,80 Euros/hora = 11,20 Euros /Dia = 246,40 Euros /Mês. (sem qualquer vínculo, totalmente descartável)

  • Ministério da Educação e Ciência – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – Agrupamento de Escolas da Lousã
    Homologação da lista unitária de ordenação final do procedimento concursal comum de recrutamento, aberto pelo aviso n.º 11614-A/2013, de 16 de setembro, publicado em suplemento da 2.ª série ao Diário da República
    Agrupamento de Escolas da Lousã
    Aviso n.º 12544/2013

    Homologação da Lista Unitária de Ordenação Final do procedimento concursal para a carreira e categoria de Assistente Operacional — 19 (dezanove) postos de trabalho
    Nos termos e para os efeitos do n.º 6 do artigo 36.º da Portaria n.º 83-A/2009, de 22 de janeiro, alterada e republicada pela Portaria n.º 145-A/2011, de 6 de abril, torna -se pública a Lista Unitária de Or- denação Final, para ocupação de dezanove postos de trabalho na carreira e categoria de Assistente Operacional, na modalidade de contrato de trabalho em funções públicas a termo resolutivo certo, tempo parcial, aberto por Aviso n.º 11614-A/2013, publicado em Suplemento na 2.ª série do Diário da República n.º 178, de 16 setembro, homologada pela Sr.ª Presidente da Comissão Administrativa Provisória Agrupamento de Escolas da Lousã, no dia 26 de setembro de 2013.
    Sr.ª Presidente da Comissão Administrativa Provisória
    de Escolas da Lousã, no dia 26 de setembro de 2013.